domingo, 24 de maio de 2015

ONG EVANGÉLICA AJUDA ALCOÓLATRAS, USUÁRIOS DE DROGAS E HOMOSSEXUAIS A SEREM LIBERTOS!


Instituição evangélica vai comemorar 12 anos de trabalhos voltados à recuperação de alcoólatras, usuários de drogas e homossexuais

Publicado por Tiago Chagas em 22 de julho de 2013 

Instituição evangélica comemora 10 anos de trabalhos voltados à recuperação de alcoólatras, usuários de drogas e homossexuais
A Organização Não Governamental (ONG) Ele Clama comemora os dez anos de atuação como clínica de recuperação de dependentes químicos com números expressivos e testemunhos de mudança de vidas.

De acordo com Gilberto Santos, diretor da clínica, mais de 4 mil pessoas já passaram pelo tratamento oferecido pela Ele Clama. “Nós tratamos de tudo, do viciado em droga até aqueles quem têm desvio de comportamento e de caráter. Tivemos aqui um caso de um travesti que tinha até peito de silicone. Hoje essa pessoa está casada e tem filhos”, afirma.

Entretanto, segundo Gilberto, a ênfase não é tratar questões ligadas à sexualidade: “A questão da homossexualidade a gente vai percebendo no dia a dia. Tem um aluno que notamos algo de estranho. Ele acabou abrindo o jogo. Disse que já teve relacionamento com outro homem, mas que sofria muito com isso. Percebemos que ele frequentava a academia só para ficar vendo os outros alunos. A gente chegou perto e deu uns toques para ele evitar o desejo carnal”, revela.

Mesmo com a falta de profissionais qualificados para o acompanhamento médico e psicológico, a clínica se mantém atendendo os dependentes com a ajuda de uma enfermeira voluntária. A motivação maior, de acordo com o diretor da clínica, vem dos princípios bíblicos: “O Evangelho pode mudar a vida de qualquer pessoa”, atesta Gilberto.

Atualmente, a clínica de recuperação Ele Clama possui três unidades de tratamento em Minas Gerais: um sítio de acolhida na Serra da Moeda, em Nova Lima, e duas chácaras na cidade de Contagem, onde existem fábricas de vassouras, marcenaria, padaria e uma confecção, que servem de ocupação para que os internos possam trabalhar, de acordo com informações do jornal O Globo.
Manassés
Outra entidade de atenção a dependentes químicos, a Instituição Social Manassés, localizada na cidade de Jaboatão dos Guararapes, na região metropolitana de Recife, em Pernambuco, atende 40 internos e tem postura mais reticente quanto à homossexualidade.

O diretor da Manassés, Herman Benfica, diz que a entidade não tem por hábito atender homossexuais, a fim de evitar polêmicas que possam resultar em acusações.

“A gente não pode mudar o sexo de ninguém. Se ele quer ser gay, tenho que respeitar a opção dele. Mas, aqui, ele vai ouvir a pregação da Bíblia. Se vai se sentir incomodado, o problema é dele. Já passaram milhares de pacientes por aqui. Mas preferimos rejeitar os homossexuais.

Temos 40 homens que estão tentando se curar do vício. Eles participam de atividades de manutenção da casa, de lazer e de três cultos por dia. Se colocarmos um homossexual, desestrutura tudo. Não permitimos essas práticas na clínica, que é evangélica. Agora, se algum paciente homossexual aceitar as normas da casa, poderemos recebê-lo. Se vai se libertar da homossexualidade vai depender dele”, pondera Benfica, que estuda psicologia na Faculdade Guararapes.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

ADENDO ADHT: Se você é homossexual e deseja deixar este comportamento, escreva para defesa_hetero@yahoo.com. Temos o Projeto AjudaGay.org que já conta com 75 homossexuais sendo assistidos online pelos nossos Conselheiros. Deixe de sofrer por causa desta prática que o "escravizou" e saiba como se livrar dela. Escreva-nos que destacaremos um de nossos conselheiros para assisti-lo pessoalmente através do skype ou até pessoalmente dependendo da cidade onde você mora.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

VÍDEO: SEXO ANAL MATA....ISTO E' COMO BRINCAR DE ROLETA RUSSA, ASSISTA!

AULA DE UMA MÉDICA NUMA SALA DA UNIVERSIDADE... ELA NÃO É EVANGÉLICA !

ATENÇÃO... NÃO DEIXE DE VER ESTA PALESTRA

TÉCNICA.


A TRISTE REALIDADE DAS CAUSAS DA PRÁTICA DO SEXO ANAL, PRATICADO PELA GRANDE MAIORIA DOIS HOMOSSEXUAIS E ALGUNS HETEROSSEXUAIS TAMBEM.

PERGUNTA: É A PRÁTICA SEXUAL ANAL NORMAL?

DEPOIS DE VER ESTE VÍDEO, SE VC PRATICA O SEXO ANAL E NÃO TEM CONSEGUIDO SE LIBERTAR DESTA PRÁTICA E DESEJA DEIXÁ-LA PARA TRÁS, VOLUNTÁRIAMENTE, ENTÃO ESCREVA PARA:
defesa_hetero@yahoo.com PEDINDO AJUDA!

https://youtu.be/lxvQsYxiFgk



A Dra Anete Guimarães é espírita, palestrante espírita . Não é evangélica, 'crente' , o que prova que sexo gay é uma aberração

Palestra proferida pela Dra. Anete Guimarães. 

segunda-feira, 23 de março de 2015

RESULTADOS DA ADOÇÃO GAY: "Jovem criada por lésbicas diz que sentiu falta do pai e critica gays: “Seus filhos estão sofrendo""

Jovem criada por lésbicas diz que sentiu falta do pai e critica gays: “Seus filhos estão sofrendo”

Publicado por Tiago Chagas em 23 de março de 2015
Jovem criada por lésbicas diz que sentiu falta do pai e critica gays: “Seus filhos estão sofrendo”




A militância homossexual tem, entre suas principais bandeiras, a adoção homoparental como um dos pontos símbolos de sua luta por mais leis que os beneficie. Dentre os opositores dessas questões, a adoção de filhos por casais homossexuais é também um dos pontos de maior estresse. E essa semana, o debate ganhou um capítulo extremamente curioso.
Uma mulher norte-americana de 31 anos, criada por um casal de lésbicas, escreveu uma carta aberta aos ativistas gays falando de sua experiência de vida e alertando os homossexuais de que o modelo proposto por eles para criar seus filhos traz efeitos colaterais indesejados.
Intitulada “Querida Comunidade Gay: Seus Filhos Estão Sofrendo”, a carta de Heather Barwick é uma crítica aberta e pontual à adoção homoparental: “Não é porque vocês são gays. Eu amo muito vocês. É pela própria natureza do relacionamento entre pessoas do mesmo sexo”, explica a autora da carta.
No texto, Heather conta que sua mãe deixou seu pai quando ela tinha dois ou três anos e passou a morar com outra mulher, que a tratava “como se fosse sua própria filha”, porém ela sentiu falta do pai na infância.
Heather explica ainda que foi criada em um ambiente de bastante liberdade, cercada por homossexuais amigos de sua mãe e sua madrasta, porém, sofreu com a falta de referência masculina: “Casamento entre pessoas do mesmo sexo significa privar a criança de um pai ou uma mãe dizendo que não importa, que é tudo o mesmo. Mas não é”, observa.
Na carta, ela explica que teve preocupações de como seria encarar a vida matrimonial quando ela se casasse, já que não é lésbica e não sabia como seria o casamento entre dois heterossexuais: “Eu não sou gay, mas a relação que tinha como modelo antes era entre duas mulheres”, destaca, lembrando que não tem ódio dos homossexuais ou daqueles que adotam crianças: “Muitos de nós, muitos de seus filhos, estão sofrendo. A ausência do meu pai criou um grande vazio em mim e eu sofria todo dia por não ter um. Eu amo a parceira da minha mãe, mas outra mãe nunca substituirá o pai que eu perdi”, conclui. Hoje, casada, Heather tem quatro filhos.
A defesa da família tradicional vem ganhando força entre os próprios homossexuais, que acreditam que o direito dos gays em formar suas próprias famílias não torna o modelo baseado em um homem e uma mulher esteja ultrapassado ou seja prejudicial. O caso recente mais vultoso foi o da dupla de estilistas Domenico Dolce e Stefano Gabbana, que discutiram publicamente com o cantor Elton John a respeito da adoção de crianças por casais gays.

sábado, 1 de novembro de 2014

VÍDEO: "Casos de Família: Marisa Lobo e ex-travestis falam sobre abandono da homossexualidade"


Casos de Família: Marisa Lobo e ex-travestis falam sobre abandono da homossexualidade; Assista

Publicado por Tiago Chagas em 31 de outubro de 2014 

Casos de Família: Marisa Lobo e ex-travestis falam sobre abandono da homossexualidade; Assista
A psicóloga Marisa Lobo participou do programa Casos de Família, no SBT, onde falou sobre a possibilidade de um homossexual mudar de comportamento e passar a ser hetero.

O programa, popularesco, é conhecido pelas brigas e polêmicas instigadas pelos temas e pela apresentadora, Christina Rocha.

Na edição em que Marisa Lobo participou, o tema era “Existe Cura Gay?”, e além da psicóloga haviam dois ex-travestis e gays e lésbicas. Após a gravação, Marisa usou as redes sociais para dizer que “a baixaria ficou por conta dos outros convidados”.

“Nossa participação foi digna, apesar do ‘estilo’ do programa”, acrescentou Marisa Lobo.
Durante o programa, exibido no último dia 29 de outubro, Christina apresentou os convidados  e o primeiro ex-travesti, Fernando, foi homossexual por 12 anos e atualmente é casado.

Questionado pela apresentadora se existe “cura gay”, Fernando respondeu que o que acontece é uma mudança de comportamento: “Boa tarde plateia, boa tarde Christina. Na realidade, não existe ‘cura gay’, existe a transformação de um gay que estava num estado homossexual e deixou esse estado, voltou a ser hetero”, afirmou.

A psicóloga Marisa Lobo afirmou que não existe “cura gay” porque a homossexualidade não é definida como uma doença.

“Nós aceitamos a pluralidade sexual, e com base nessa pluralidade mesmo é que o meu paciente manda na terapia. Quem manda na terapia não é o Conselho de Psicologia, é o meu paciente. E a ele, é dado o direito de sigilo e de escolha. Então se ele [paciente] chega num sofrimento psíquico dentro do meu consultório, eu vou atender esse sofrimento, ainda que seja o desejo dele de mudar a sua condição, orientação e opção. O que eu não posso como terapeuta, psicóloga, é oferecer tratamento, mudança, dizer que tem cura. Eu não posso dizer que homossexualidade é doença, mesmo porque eu, Marisa Lobo, nunca disse e nunca acreditei que fosse. A palavra ‘doença’ foi retirada da Associação de Psiquiatria e Psicologia Americana já nos anos 1970. Então, nós não vemos dessa forma”, disse.

Assista:
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=DllTh2WMrwY

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