domingo, 18 de novembro de 2012

O Ex-Gay...História real comovente ! O mesmo pode ocorrer com vc que é gay !



Fonte: http://www.oexgay.com/p/o-ex-gay.html

O Ex-Gay

Liberto Para Sempre

Eu sou mesmo ex-gay?

Bem. Primeiro é preciso me apresentar. Eu tenho 21 anos de idade, prestes a concluir a faculdade, mas posso garantir,

já tive uma vida de 45 anos. Só consegui me entender ao entrar no que vocês chamam de "vida madura".

Tive três namorados e um marido. A minha relação mais duradoura foi o casamento que, terminou após um ano e oito meses.

Me assumi como gay aos 15 anos de idade, e após cinco anos conhecendo tudo que eu tinha direito no mundo homossexual entendi que eu vivia nada mais que uma fantasia.

Leia mais...

Antes | Na homossexualidade

Tudo começou quando eu tinha cinco anos de idade (foto). Um parente bem próximo me abusou. A justiça define isso como ato libidinoso.






Esse parente convivia na mesma residência que eu. Durante certo tempo fui um "brinquedo" usado para sexo oral. Sinceramente, eu não sabia o que estava fazendo. Como demostra a foto, eu sempre fui um pouco tímido e isso sempre fez com que homens sentissem atração por mim.

Claro, homens homossexuais, pedófilos.

Eu não afirmo que nasci gay, nem que não nasci, porém penso em duas possibilidades. Sabemos que a ciência não tem comprovação empírica do caso, portanto, ainda não se trata de genética.

Já a Bíblia diz que nascemos em pecado. Que a boca tem poder - De uma mesma boca procede bênção e maldição.

Meus irmãos, não convém que isto se faça assim, Tiago 3.10. Antes de eu nascer, de acordo com relatos da minha família, meu pai faltava com educação para com o meu irmão mais velho. Ele era uma criança meiga, e por isso, meu pai o apelidava de viadinho, gay, e que deveria virar homem.

Um pai, falando isso para um filho. Pense! O grande problema da história é que meu irmão não era gay. Nunca foi gay. Hoje, adulto, mulherengo até de mais. Porém, essas palavras foram soltas dentro de casa. E por ali ficaram. Só faltava eu nascer. E nasci. Se as palavras têm realmente poder no mundo espiritual, as que meu pai soltou dentro de casa comprovam isso, já que ainda não haviam gays na família até o meu nascimento.

E para piorar essa situação a minha mãe disse que quando estava grávida de mim, queria muito uma menina, para, então, ter dois casais de filhos.

A outra possibilidade é de fato o abuso que sofri. O Ministério da Educação propõe censuras à filmes, novelas, e a todo conteúdo adulto inapropriado para menores, porque, segundo estudos, influencia no desenvolvimento das crianças. Se cenas fortes contribuem para uma possível distorção na mente ainda em desenvolvimento, imagina então o ato em si.

Né verdade?

Eu não tinha como falar, aos cinco anos, que já fazia sexo oral em um homem e muito menos pedir ajuda. Ou seja, apenas amadureci naquela prática.

Se nasci ou não gay, pouco me preocupa. Tudo que vivi, por mais que tenham sido péssimas experiências, ajudaram a construir o ser que me tornei.

Muitos me perguntam: "Você perdoou ele (o parente que me molestou)?" Claro! Não guardo rancor no coração. A pessoa era um adolescente, um hétero na fase da puberdade.

Essa fase, para mim, não durou muito tempo. E nem me recordo se foram muitas vezes. Mas desde então, já era uma criança homossexual.

Aos meus oito anos de idade, um vizinho, começou a praticar o mesmo comigo. Com ele, eu lembro que foram muitas vezes. Sempre me pedia para "chupá-lo". Lembro que um dia ele me levou para uma caçamba abandonada e fez com que eu o chupasse lá dentro. A esse ponto eu não só sabia o que estava fazendo, como gostava de fazer. Pois foram várias vezes e eu aprendi a gostar. Ele também era adolescente, uns 17 anos e, por isso, não o condeno.

Em um desses encontros eu. Euzinho. O pedi para me penetrar. Não sei de onde eu tirei essa vontade. Não me recordo de ter assistido um vídeo pornô, mas só me lembro que pedi. E claro, ele fez. Não foi uma transa, foi apenas uma penetração, mas capaz de me fazer sangrar.


Cheguei em casa chorando. Minha mãe me perguntou o que tinha acontecido, e eu menti. Disse a ela que tinha batido minha cabeça na parede. Fui correndo ao banheiro e foi onde confirmei que não era mais "virgem". Aos oito anos de idade, aqueles anéis do ânus, haviam sido rompidos. Não foi muito sangue, mas é terrível lembrar disso. Uffa!

Passou essa fase. E também começou uma nova. Dessa vez com um coleguinha de escola. Na quinta série, 11 anos, e uma brincadeira chamada "casinha".


Eu e ele aprendemos juntos a transar como gays. Já tinha computador na minha casa e fácil acesso à vídeos pornôs. Foram dois anos, vários encontros, e sexo a flor da pele com tão pouca idade.

Durante esse período me apaixonei por dois professores. Eu vivia me apaixonando, não podia ver homens bonitos, com jeito de homens, que eu já fazia toda uma fantasia na minha mente. Um grande problema que aconteceu com tudo isso, foi que meus estudos foram por água abaixo. Por que? Porque só conseguia pensar em sexo. Eu só pensava em chupar, em dar, em amar homens. Não ligava para estudar. Não digo que eu deixei de estudar, ou que reprovei. Não é isso. Sempre fui esforçado e conseguia passar, mas não aprendi nada que possa me recordar hoje.

Após esses dois anos, já com quinze anos, eu me entendia como gay. Só que fui um pouco ao extremo. Aproveitei uma viagem da minha mãe para me assumir na escola. No segundo ano do ensino médio.

Eu passei a frequentar as aulas maquiado, com lentes de contato, não como travesti, mas como um viadinho afeminado. Minha mãe ficou dois meses fora, e foi o período que frequentei as aulas assim. Todos se surpreenderam, pois, até então, eu era um menino tímido, com jeito de gay, mas não falava nada disso para ninguém.

Minha mãe retornou. Eu parei com o show na escola, mas foi nessa idade que conheci um bar GLS que todos que moram em Brasília vão no "começo de carreira". Xiii. Não prestou!

Logo na primeira vez que fui, eu transei com um cara nas árvores. O bar funcionava todas as quintas e domingos. E claro, eu não deixava de ir nunca. É um bar que existe até hoje, em um parque público, o que facilita o sexo. E foi lá que meu currículo de transas se tornou extenso. Sempre conhecia alguém e rolava. Não tinha pudor. Não tinha cuidado. Eu havia me tornado um pervertido sexual.

O dia em que me assumi

Os quinze anos foi realmente uma idade muito conturbada. Em um dia de discussão eu me assumi para minha mãe. Disse à ela que não gostava de mulheres, que tinha experimentado (mentira) e que não tinha gostado. Eu gostava de homens e não tinha como fugir dessa realidade. Não havia contado nada sobre o meu passado de criança.Claro! A reação dela? Chorou durante uns dois meses. Depois disse que me amava de qualquer jeito, pois sou filho. Mas é evidente que ela não aceitou isso. Me levou à psicóloga, mas saiu de lá com raiva. Motivo? A médica já nos atendeu falando assim, sobre mim, "esse ai é a bixinha?". "Não é doença mãezinha, é normal!". Ela disse que a psicóloga era --> sapatona, Haha.


A Primeira Conversão

Recapitulando, aos cinco eu não sabia o que fazia, aos 11 já sabia o que fazia, aos 15 me entendia como gay e também aos 15, no finalzinho da idade, reconheci o que fazia como pecado.

Como? Eu tinha uma amiga crente na escola, ela não pegava no meu pé, mas me convidou algumas vezes para ir à igreja e eu aceitei o convite. Ela me ensinou os primeiros passos numa vida cristã. Ela falava de Deus e eu considerava um absurdo. Cheguei ao ponto de chamar o Deus da Bíblia de malvado, porque era a visão que eu tinha, e que a maioria tem antes de conhecê-lo.

A princípio eu fiz o que todo convertido faz. Deixei de praticar os atos pecaminosos, joguei meus filmes pornôs fora, e estava completamente disposto a mudar de vida aos quinze anos. Isso, porque eu não aguentava mais tanto sexo e tantas paixões platônicas. Fiquei dois meses nessa, mas não aguentei. O desejo sexual falava muito mais auto do que Deus naquele período.

Não estava realmente na minha hora! Eu perguntava para Deus o porquê de eu ser assim. O porquê de as pessoas me ofenderem. O porquê de eu ser uma coisa que eu não gostava de ser. E, num dia em casa, abri a Bíblia procurando exatamente essa resposta. Eu estava indignado com Deus. Eu acredito fielmente que foi o Espírito Santo que a fez abrir em Eclesiastes 3. O que diz? O tempo de Deus. Há tempo para tudo debaixo do Céu.

E foi exatamente ai que falei para Deus: "Deus, se isso é errado, me mostra na prática". "Deus, me mostra porque as pessoas criticam tanto os gays". "Deus, me deixa viver a vida gay!". "Me deixa ter namorados". "Me deixe casar por um período de dois anos!". Eu estava muito indignado com Deus. Eu então resolvi deixar os dois meses de "quase convertido" para viver, de fato, a vida de um homossexual. E, "plin".

O Primeiro Namorado

Ainda nessa fase, já nos últimos meses dos quinze anos (é que faço aniversário em outubro), eu tive o meu primeiro namorado. O conheci indo para o bar. Não no bar, mas no caminho. Ele era professor de direito, tinha 28 anos e não se importou para minha idade. Ele dizia já estar acostumado com garotos mais novos. Ele me pediu em namoro. Como nunca havia namorado, aceitei. Curiosidade de saber como era. O problema é que o cara no dia do meu aniversário inventou de ir à minha casa. Fazer? levar um urso de presente.

Putz... Sinceramente! Eu não sei qual é pior. Se assumir para família, ou levar o primeiro namorado. Acho que, no meu caso, foi a segunda opção. Mas minha mãe me surpreendeu. Ela aceitou o cara numa boa. Claro, ele tinha carro, era professor, etc. A mãe fica preocupada né?! Ficaram bem amigos, mas não durou muito tempo. Ele era feio, não me agradava sexualmente e já não achava legal namorá-lo. O traí. Logo após terminamos por telefone.

O Segundo Namorado

Então meu novo namorado era o cara com o qual traí o ex. Eu fiquei pouquíssimo tempo com ele também. Por que? Cara... ele tinha uma energia muito pesada, eu ficava com medo de ficar sozinho com ele. No fim do nosso relacionamento, ele desejou que eu morresse de aids. Credo em!

O Terceiro Namorado

Ele tinha o mesmo nome que o meu. Por isso, namorei com ele, coisa de adolescente. Tinha tudo para dar um bom relacionamento, mas ele era hiper tímido, quase não falava, e parecia que não existia. Também não durou muito tempo.

O Marido

Lembra que eu pedi para Deus que ele me desse um marido por dois anos? Pois é, mesmo não sendo da vontade dele, ele fez a vontade desse filho birrento aqui. Na verdade, acredito que já estava predeterminado tudo. Tanto na minha, quanto na sua vida. É novo para nós, mas não para Deus.

Então! Lembra do Bar? do Parque? Marcamos um encontro nesse parque. O conheci pela internet, no Manhunt, e na primeira vez que nos vemos, foi algo mágico! Tivemos uma sintonia muito forte, foi o tal de "amor a primeira vista". Claro que, no primeiro dia, transamos ali mesmo, no escurinho do parque.

Depois continuamos a nos falar pela internet, mandei várias mensagens de celular para ele, e foi o que, segundo ele, o deixou mais apaixonado. Detalhe, ele era, quer dizer, é, muito bonito.

Em menos de um mês estávamos morando juntos. Como? Nem me pergunte, o cara era rápido, sabe aquelas pessoas hiperativas? Então. No primeiro mês de namoro, ele já quis morar junto, na verdade nem namoramos.

Tivemos inúmeras brigas, pois eu sou um cara muito tranquilo, manso, e realmente éramos caras distintos que morávamos na mesma casa.

Me apaixonei? De mais! Lembra que eu pedi para Deus para experimentar o amor entre dois homens? Foi com esse cara que aconteceu. Já havia me apaixonado inúmeras vezes platonicamente, vivia em uma procura desesperada por alguém que gostasse de mim e que eu pudesse retribuir com o mesmo carinho. Encontrei.

Eu tinha encontrado mesmo. Eu fui louco pelo cara. Eu chorava por qualquer coisinha, adorava sair com ele, mostrar ele às pessoas, a minha família, adorava ter uma vida de gay casado. Eu tinha encontrado o meu "príncipe". E ele também. Foi muito lindo, mágico, mas eu sabia que não era para sempre! Tanto que eu era obrigado a ouvir isso sempre, da parte dele:

"Eu te amo para sempre, eu te quero para sempre". Ele esperava que eu dissesse o mesmo, e claro, eu não o decepcionava, mas dentro da minha mente, eu falava, "não será para sempre, repreende isso Deus". Haha! Doideira lembrar disso, mas era assim que acontecia. É porque eu amo muito Deus, a ponto de não existir ninguém capaz de diminuir esse amor.

A Aids

Essa tão temida doença anda lado a lado com o mundo gay. Infelizmente. Lembro até hoje cada expectativa ruim que eu sofria por esperar os resultados dos exames. O primeiro? Nossa! Eu acho que tinha quase certeza que tinha alguma coisa, fiz com uns 17 anos, e já havia transado várias vezes sem camisinha, principalmente no sexo oral.

Mas o que tem isso haver com o marido? Então. Nós nos juntamos sem namorar como vocês já sabem, eu não sabia muito da vida dele, mas por paixão nem duvidávamos de nada. Já tínhamos transado inúmeras vezes sem camisinha a ponto de eu fazer o "oral completo", espero que entendam! Mas fiquei encucado. Perguntei a ele quando tinha feito exame pela última vez, e a resposta foi: "Nunca fiz exame".

Ai!!! Fiquei desesperado... Já havia feito de tudo com um cara que nunca fez exame de aids antes. Ai! O cara é bonito, safado, e ai! Um gay que nunca fez exame de HIV com 24 anos é uma situação terrível!!!

Consegui que ele fizesse! O resultado? Positivo!

E ai? E agora?

Já estávamos juntos há pouco mais de um ano quando ficamos sabendo que ele tinha AIDS. E ai?

A princípio eu iria terminar com tudo, o cara tinha ferrado minha vida, destruído, como pude entregar o bem de mais valioso que tinha, a minha vida, para um cara que já havia "fodido" com inúmeros caras e sem fazer exame? O rostinho lindo! Esse foi o grande problema. Me apaixonei primeiro pela beleza, depois pela pessoa.

E foi exatamente por paixão que resolvi continuar. Falei a ele: "eu te amo, a gente passa a transar com camisinha e vamos ver no que dá, mas eu te amo". De fato nunca mais transamos sem camisinha. Mas na mente dele eu tinha que me aceitar, pois já estávamos há muito tempo juntos, transando sem camisinha, o que eu poderia fazer? Aceitar tal situação.

Ele disse que eu tinha que me conformar, pois eu teria que perdoá-lo e viver como ele, um portador do vírus HIV. Porém, no mesmo momento eu respondi: "TÁ REPREEEEEEEENDIDO EM NOME DE JESUS. EU NÃO TENHO E NUNCA VOU TER ISSO, EM NOME DE JESUS!!!!" (EU ERA UM CRENTE ENCUBADO, RS)

Foi algo espontâneo que falei, com muita fé, mas, e o exame? Eu tinha que fazer né! O mais rápido possível, para, então, "começar o tratamento", como ele.

Foi o pior de todos. Foi uma agonia terrível para fazê-lo. Mas, enfim, tive que ir. O resultado saia na hora, é feito com um aparelho que tem duas tarjas. Elas ficam vermelhas depois de colocar o sangue lá. Mas uma fica vermelha se o resultado for negativo, e as duas ficam vermelhas se o resultado for positivo.

O pior é que a primeira fica vermelha de qualquer forma, a grande expectativa está na segunda! Passou pela primeira... Muito FOD# Cara! Só de lembrar....

Mas na minha mente, dentro de mim, eu não falava, eu gritava para Deus não deixar aquele exame dar positivo, eu sabia que já tinha feito muita coisa errada, que estava vivendo uma vida errada, mas que ele sabia que eu iria mudar, porque não aceitava aquela vida. Acho que ele ouviu, viu? Quer dizer, ele ouviu, com toda certeza.

Não teve segunda tarjinha. O resultado deu negativo! Uffa... (Posso garantir: uma das melhores coisas da vida).

Caraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa foi um dia muito marcante na minha vida. Eu tive a certeza de que Deus existia mesmo, e que além de existir ele me livrou de uma doença terrível. Nossa, desde aquele dia eu me apaixonei mais ainda por Deus. Ele se tornou vivo, real, e querido por mim.

E o marido? Claro que ele queria que desse positivo né, pois só assim me teria para sempre. Mas para honra e glória do nosso Senhor deu negativo. Mas como eu sou muito humilde, muito manso, eu não consegui terminar com ele, pois eu ainda estava apaixonado. Eu o perdoei pelo que fez, mas nunca mais transamos sem camisinha. Na cabeça dele era o fim, era um motivo muito grande para nós terminarmos, pois ele tinha aids e eu não. Pense que situação!

Ele passou a me amar mais, me paparicava de mais, e se mostrava completamente louco por mim. Até porque eu o respeitava mesmo com aquilo. Tenho certeza que ele se perguntava: "será que outra pessoa irá me amar com isso?" Enfim... E porque terminamos?

Bem. Um belo dia, depois dessas situações nem um pouco agradáveis, ele teve que fazer uma viagem com duas amigas. Eu nunca fui muito ciumento, deixava a pessoa valorizar o caráter e se sentir livre. Ele foi para São Paulo, ficou uma semana, nos falávamos pela net, depois ele voltou.

O problema é que alguns meses depois da viagem, encontrei um SMS no celular, escancarado! Sabe, era tipo assim "vem para cá, me comer todinho, para gente gozar bem gostoso", foi nesse nível. Foi o fim para mim né! Eu já tinha traído, mas que eu saiba nunca tinha sido antes dele, mas não importava. Pois o que pesava era eu aceitar um cara com AIDS, respeitá-lo, e simplesmente isso não valia nada. Além de eu aceitar um cara com isso, eu tinha que aceitar um cara que me traiu, pense!

Não falei no mesmo dia que vi, falei uns três meses depois, quando, de fato, nos separamos. O que eu fiz? Ah, eu sempre tive carne fraca para loiros, apareceu um! Mas era aquele "super meu número", lindo, voz grave, corpo de homem, descontei! E fiz isso para que ele soubesse. Cheguei em casa muito depois do meu horário de sempre. Ele sacou na hora, e claro, eu assumi, e ele também! Disse que tinha feito mesmo, que tinha mandado a mensagem mesmo, e então, por mais difícil que tenha sido, por mais dolorido, terminamos.

Lembra que eu pedi dois anos para Deus? Pois é, só não durou porque eu não quis. Foi um ano e oito meses. Faltava muito pouco para os dois. Só que eu mesmo falei para Deus: "Papai, eu não aguento mais! Eu não quero mais os dois anos, está suficiente".

Essa relação começou em maio de 2010. Não acho que foi ruim, foi necessária, foi exatamente o que pedi para Deus. Ele me deixou viver. Ele não ama o pecado, mas sim o pecador.

Os últimos dias no "Mundo"

Não me converti definitivamente após o casamento. Continuei no mundão. Ia à festas todos os finais de semana, transava com muitos caras, e, de novo, a procura de um "par romântico". Eu sabia que o marido havia sido o último, porque foi do jeito que eu tinha conversado com Deus, mas eu ainda tinha uma mente gay e achava que ainda ia encontrar um cara especial.

Comecei a fumar muita maconha. Todo dia em casa eu tinha que fumar, eu achava maravilhoso, melhor do que homens.

Comecei a me diverti de um jeito diferente. Com "brinquedos", sozinho. Fumava um e ia brincar com o "brinquedo". Fiz isso durante uns três meses. Já não estava mais me importando com homens. Eu me amarrava em fumar "um" e depois ir brincar... Também acho que foi de suma importância no meu processo. Claro, é pecado da mesma forma, mas foi o que se tornou minha diversão, no lugar dos homens.

A experiência com Deus

É importante lembrar que durante todo esse processo na minha vida, eu sempre orava a Deus pedindo que me transformasse, que me tirasse daquela vida, pois eu não aceitava aquilo. Até que um dia eu simplesmente acordei diferente. Quer dizer, muito diferente, outra pessoa!

A primeira coisa que eu falei quando acordei foi: "o que estou fazendo com a minha vida!". Aquele dia eu acordei ex-gay! Haha, muita loucura falar isso, mas foi assim mesmo. Graças a Deus naquela manhã eu não conseguia mais admitir que o meu corpo seria defraudado novamente. Além disso, acordei com uma vontade sobrenatural de ler a Bíblia. Nossa, era muito prazeroso! Na primeira semana eu chorava feito uma criança.

A Maconha? Foi difícil viu! Mais difícil do que homem, porque eu amava maconha. Dai nesse dia que acordei diferente, eu não tinha mais em casa, eu não queria deixar de fumar, fingia que Deus não estava me observando e me questionava, "mas até maconha eu não vou poder mais?".

Então fui comprar, mas no caminho olhei para o Céu e falei: "Deus, se não for para eu fumar nunca mais, não me deixe encontrar". Então, nunca mais fumei. Andei o bairro que eu moro inteiro, e nada. Ninguém tinha maconha.

O Espírito Santo

Quando cheguei em casa, eu estava cheio de Jesus dentro de mim, com a vontade de amá-lo, de servi-lo, de viver para Deus. Lembra do brinquedo? Não tinha ninguém em casa. Aproveitei para queimá-lo, junto com as cedas e com o chavador da maconha. Hoje entendo que era um desejo do Espírito Santo fazer aquilo há muito tempo.

Hoje >>> A Nova Vida <<<

Desde então, nunca mais homens, nunca mais drogas, e sempre Jesus. É muita doideira cara! Mas é lindo, eu mesmo não acredito no que aconteceu. Pergunto para Deus "Cara, como você fez isso?", "Como é possível?" É um milagre! Haha, eu sou um milagre. Muita doideira.

E pela primeira vez Deus falou comigo! Foi incrível. Me deixou claro uma coisa, mas que não posso contar. Mas ele existe! Ele fala com a gente, é muita doideira. Ser crente é loucura de mais, mas é muito bom.

É fácil? Claro que não! A tentação sempre virá, mas a consciência é que já deve estar preparada para ela. Hoje sei o que é bom e errado de fato. Antes sabia, mas não dava importância.

Hoje tenho medo de Deus. Que traduzindo para o vocabulário bíblico é o mesmo que: tenho temor de Deus. Não consigo nem pensar em pecar, porque sei o quanto meu Deus é real. O quanto será terrível cair na ira dele. O quanto ele me ama e quer o meu bem. Jamais, nunca, voltarei àquela vida, já disse a ele que prefiro morrer.

Voltando àquela perguntinha lá de cima. Eu sou um ex-gay? Poxa, com muito orgulho e sem entender muito, posso afirmar, sim, sou um ex-homossexual. Para honra e glória do nosso Senhor Jesus Cristo.

Como posso ter certeza? Não fico mais exitado por homens. O desejo se foi. O que tinha na memória como prazeroso se tornou nojento.

Estou me redescobrindo como homem. Olhando para o meu corpo de uma outra forma. E é muito mágico isso. É doideira de mais.

Essa vida é passageira. No nosso túmulo também estarão nossos desejos e memórias adormecidos do que fizemos na Terra. Por falar em Terra, ela não tem esse nome por acaso. Nós somos as sementes. E o que plantamos a gente colhe depois. Espero que saiba usar bem os anos de vida que você terá nesse planeta. Sexo, festas, drogas, e até mesmo o Rock Holl, passarão!

A vida é uma oportunidade para mostrar que somos bons. Fiéis e amáveis.

EU AMO LOUCAMENTE, INFINITAMENTE, MEU DEUS, LINDO, PERFEITO E PODEROSO!!!

Essa foi a história de um, dos muitos arrependidos, que vivem para Cristo.

Fiquem com a Paz do Senhor!





14 comentários:

  1. É PODEMOS VÊ AQUI O QUE DEUS PODE FAZER QUANTO TEMOS CONCIENCIA QUE ELE É SOBERANO GENTE QUERENDO OU NAO, SÓ FAZEMOS O QUE ELE NOS PERMITE,

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  2. Você realmente foi liberto?
    mironfahiel@bol.com.br

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    1. Caro Miron,
      Não cabe a nenhum de nós duvidarmos das decisões tomadas por terceiros. Nossa ação como cristãos é sempre acreditar que Deus fez a boa obra na vida daquele que está testemunhando que foi liberto de alguma prática ou comportamento que lhe causava males, principalmente porque estes tipos de decisões são de fôro íntimo. Cabe-nos incentivar as pessoas a prosseguirem firmes em suas decisões que lhes ajudarão, certamente, no presente e no futuro.

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  3. muitoo linda a sua historia de vida,vc hj é um axemplo para muitas pessoas.
    Parabens.

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  4. QUe coisa liiiiiiiiiindaaaaaaaaaaa!!!!!
    Muita coisa do que você disse refletiu minha vida.
    Deus cotinue te abençoando e te usando dessa forma Louuucaaaa!!!!

    Elison Souza

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    1. Desejando ajuda para deixar a prática homossexual que é nociva para a saúde física, psicológica e espiritual, conforme nos mostra a Palavra de Deus em tantos textos, escreva para defesa_hetero@yahoo.com. Estamos aqui para ajudar quem deseja ser liberto deste mal.

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  5. Sou gay, e tenho esse mesmo desejo que vc tinha, se libertar desse mal, mas a tentacal é tao tao grande, que as vzs acho que nao consigo ... Me ajudem, por favor, nao sei mais o que faco, nao tenho mais forcas pra lutar contra isso ;-( ...

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    1. Desejando ajuda para deixar a prática homossexual que é nociva para a saúde física, psicológica e espiritual, conforme nos mostra a Palavra de Deus em tantos textos, escreva para defesa_hetero@yahoo.com. Estamos aqui para ajudar quem deseja ser liberto deste mal.A Palavra de Deus garante que seremos "Mais que Vencedor" se realmente entregarmos nossa vida para que Deus nos dirija. Isto depende apenas de nós desejarmos, confessarmos nossos pecados e aceitar a Cristo como nosso Salvador. Veja como agir no artigo "DOZE PASSOS PARA DEIXAR A HOMOSSEXUALIDADE" postada no link: http://www.defesahetero.org/2012/12/doze-passos-para-ajudar-gays-que.html . Deus te abençoe, Pr. Alberto Thieme

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  6. Disse jesus entrega teu caminho ao senhor confia nele eo mais ele fará !



    ele quando falou isso ele não disse a toa mas as pessoas preferem o prazer da carne e depois nao sabem de onde vem os problemas!!! Pesse nisso!!

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    1. O texto citado encontra-se em Salmos 37, versos 3 a 5.

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  7. Acho estranho e desrespeitoso falar que Deus te deu 2 anos de vida no pecado, ora Deus odeia o pecado, vc tem o livre arbítrio e escolheu ficar ainda mais 2 anos no pecado. Eu entendi a maneira que quis falar, mas ficou feio isso escrito: Lembra que eu pedi para Deus que ele me desse um marido por dois anos? ""Pois é, mesmo não sendo da vontade dele, ele fez a vontade desse filho birrento aqui.""
    Não foi Deus que fez a sua vontade e sim vc sozinho. Não envolva Deus nas suas escolhas.
    Testemunho bom, agora é crescer espiritualmente até estatura de varão perfeito!

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    1. Caro amigo anônimo. Excelente observação! Percebemos isto também, porém, publicamos este testemunho porque acreditamos que realmente esta pessoa se converteu a Cristo. Como muitos novos convertidos ainda não conhecem bem a Bíblia, são passíveis de enganos como o acima citado por ti. Cremos que o próprio autor do testemunho deveria vir aqui e expor melhor seus pensamentos a respeito de sua afirmação. Tiago deixa bem claro que "ninguém pode ser tentado por Deus" e a Bíblia deixa claro que Deus não se agrada da pessoa que está na prática do pecado, porém, ele é longânimo e misericordioso para conosco. Deus teve paciencia com esta pessoa até que acontecesse uma real conversão. Agora, nosso conselho é para que ele permaneça firme em Deus e fuja da aparência do mal.

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