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sábado, 5 de julho de 2014

Ex-lésbica conta como passou a ser atraída por outras mulheres e testemunha mudança de vida

Ex-lésbica conta como passou a ser atraída por outras mulheres e testemunha mudança de vida: “Sou liberta da homossexualidade”

Publicado por Tiago Chagas em 3 de julho de 2014 

Ex-lésbica conta como passou a ser atraída por outras mulheres e testemunha mudança de vida: “Sou liberta da homossexualidade” Uma ex-lésbica narrou seu testemunho em um artigo e revelou os motivos que a levaram à homossexualidade já na fase adulta. Christine Sneeringer apontou para os problemas afetivos com sua mãe como uma das principais causas de sua experiência homossexual.

“De repente, como um véu levantado, percebi, aos 22 anos, que o que meu pai tinha me dito há anos era verdade: Minha mãe não me amava”, escreveu Christine. Em seu relato, ela afirma que havia começado sua jornada no cristianismo quando iniciou sua trajetória na homossexualidade, coincidentemente enfrentando a crise de saber que era desprezada pela sua mãe. “Como uma jovem adulta que eu havia me tornado, estava agora tentando se conectar com a mãe pela primeira vez na minha vida”, afirmou.

As instabilidades familiares na infância, testemunhando o pai alcoólatra ser violento com sua mãe, e como reação, vendo sua mãe afastar todo e qualquer traço de feminilidade, causou em Christine a sensação de que ser feminina era ser fraca, e portanto vulnerável a agressões.

“Olhei para o meu irmão mais velho e decidi que queria ser como ele. Eu saía com ele sempre que ele deixava, usava as roupas largas e até copiei seu estilo de escrita manual. Eu queria ser qualquer coisa, menos uma menina. Preferia esportes do que brincar com bonecas. Joguei a liga infantil de beisebol quando eu tinha 10 anos e futebol americano por anos com os meninos da vizinhança”, contou.

Como resultado da falta de afeto materno, Christine disse que “tinha uma fome profunda de amor feminino”, o que a levou a associar tal desejo com o sexo em si.

A mudança de postura começou quando, em 1989, uma colega a propôs fazer uma oração num alojamento da Universidade de Tampa. “Eu não senti nada diferente, mas no fundo eu sabia que algo havia mudado. Eu sabia que eu falava sério com Deus. Tornar-me cristã não resolveu instantaneamente minha orientação lésbica”, narrou, lembrando que por muito tempo, ainda sentia atração por outras mulheres.
Tempos depois, Christine sentiu que a “mudança acontecia gradualmente de dentro para fora”, quando pôde refletir com clareza sobre seu comportamento e história de vida: “Em primeiro lugar, as crenças equivocadas sobre os homens e as mulheres foram colocadas para descansar, pois eu havia conhecido piedosas mulheres fortes na igreja, que desmantelaram com sua postura a minha crença de que ser feminina era ser fraca. Eu também conheci homens que me trataram com dignidade e respeito, o que me deu liberdade para abraçar o meu gênero. Pela primeira vez eu me senti segura como mulher. Eu até comecei a me apresentar com meu nome completo, Christine, porque eu não queria mais esconder o fato de que eu era uma menina”, escreveu no Charisma News.
Os passos rumo à heterossexualidade foram lentos, mas firmes: “Com a ajuda de Deus e o apoio de pessoas que cuidam de mim, eu tenho andado liberta da homossexualidade há mais de 12 anos. Vivemos em uma sociedade que diz que os homossexuais nascem homossexuais e não podem mudar. Mas eu sou a prova de que não é verdade, porque eu sou uma pessoa mudada e vivo uma vida transformada”, concluiu.
Atualmente Christine é escritora e palestrante, além de ser diretora-executiva da Worthy Creations, uma entidade que integra os quadros da instituição cristã Exodus International.

Fonte: GospelMais

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

PRISCILA COELHO, apresentadora da REDE SUPER, fala sobre sua conversão e consequente LIBERTAÇÃO da prática homossexual


Testemunho] Priscila Coelho, apresentadora da Rede Super, fala sobre conversão e abandono ao homossexualismo. Assista

Publicado por Tiago Chagas em 24 de outubro de 2012 
Priscila Coelho, apresentadora do programa Amplificador, daRede Super de Televisão, emissora ligada à Igreja Batista da Lagoinha, contou recentemente seu testemunho de conversão e abandono do homossexualismo.
Hoje com 28 anos de idade, ela revela que foi criada num lar cristão, e que na infância, sofreu um abuso sexual, o que causou diversas mudanças em sua vida. Priscila afirmou ainda que decidiu se tornar lésbica ao descobrir que um tio era gay: “Acredito que ele despertou em mim algo que eu já gostava. Então, em um dia ele me disse que era gay, e essa informação mexeu comigo. Descobri que eu também gostava de me relacionar com pessoa do mesmo sexo, mas não foi culpa dele. Eu já tinha certo interesse! Ele apenas despertou o que estava dentro de mim”.
A partir de então, se envolveu também com drogas, e usava os relacionamentos homoafetivos para reproduzir o sofrimento que passou quando sofreu abuso: “Procurava manter as meninas sob domínio e queria que elas ficassem apaixonadas por mim. Aproveitava do sentimento delas e pisava”.
Porém, Priscila contou que essas situações não preenchiam seu vazio existencial: “Eu entrava no quarto e pensava comigo mesma que eu desejava o Deus que a minha mãe serve”, e emendou: “Mas toda vez que eu pensava em me converter, imaginava que devia largar o lesbianismo, e como não queria, ficava adiando”.
Após o término de um relacionamento, resolveu voltar para sua cidade natal, Belo Horizonte, e mudar de vida: “Retornei na segunda-feira e decidi largar tudo. Não foi a igreja e nem nenhuma oposição, mas Deus falou ao meu coração que aquilo que sempre procurei havia acabado de encontrar. E realmente a minha vida mudou”.
Assista no vídeo abaixo ao testemunho de Priscila Coelho:
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

TESTEMUNHO de Jamila Brígida


Meu nome e Jamila Brígida, eu nasci em um lar totalmente desestruturado, fui criada longe do meu pai de sangue, por que ele disse que eu não era a filha dele, aos quatro anos de idade minha mãe casou novamente, antes mesmo de nascer eu já tinha um espírito de rejeição, e a auto-estima baixa, sempre fui uma menina doce e ao mesmo tempo bruta e ignorante, usava isso como defesa própria pra ninguém se aproximar de mim.

Desde adolescente tinha uma raiva muito grande do meu padrasto por que ele era muito grosso e ruim, nunca soube ser um pai de verdade, comecei namorar com os meus 12 anos de idade, super precoce, era uma mentirosa de mão cheia, e manipuladora, eu brigava com todo mundo, principalmente com meus irmãos, de cabo de vassoura a faca, tinha muita vontade de me matar só pros meus pais chorarem e sofrerem.

Masturbava-me sozinha quando era criança, na faixa dos 10 aos 11, e não sabia por que fazia aquilo, me sentia suja, era depressiva e melancólica, com 13 anos fui convidada a ir a igreja, nunca tive restrição nenhuma a Deus, minha alma gritava o nome dEle, passei um tempo freqüentando e aceitei a Jesus.

O inicio da minha caminhada com Deus era tudo muito perfeito, mas satanás sempre me roubava à alegria, o amor pela minha família, roubava minhas bases pra viver, sempre busquei a Deus, mas minhas feridas, dores, ocupavam a maior parte da minha vida. O ódio do meu pai, me consumiam a vontade de ser livre e querer fazer o que quisesse. Era tudo que eu queria. A rebeldia me dominava. 

Ninguém entendia o motivo de eu ser daquela forma, mas Deus sabia, ele sempre me guardou, me protegeu, mesmo não vendo isso. 
Aos meus 17 anos conheci uma garota que gostava de meninas, mesmo conhecendo a verdade, o pecado e o que Deus abomina, ela me conquistou, me seduziu, e tudo aquilo que eu achava um absurdo, passei a achar que poderia ser algo normal, estava completamente cega, e suja pelo pecado, e com vergonha, passei um bom tempo sendo acusada pelo diabo, uma jovem dentro da igreja, dançarina, tendo um relacionamento com uma menina, eu chorava muito, pedia perdão a Deus, mas não conseguia largos o pecado.

Estava tão envolvida, e cada dia que passava me afundava, mais na lama.Me afastei de todas as pessoas que poderiam me ajudar, mas Deus é maravilhoso e perfeito em tudo que faz eu precisava me humilhar diante dele, e pedir socorro, e quando pedi Ele me ajudou.
Contei pra minha mãe, e ela foi meu braço forte, agradeço aos três, pai filho e espírito santo, por tudo. Hoje sou lavada pelo sangue do cordeiro, e luto contra os poderes das trevas que querem destruir os princípios de Deus, princípios da família. 

Eu sou um exemplo vivo de que luz não tem comunhão com as trevas, e de que nunca devemos subestimar o poder do inimigo, se eu tivesse ouvido a voz do Espírito Santo quando ele disse pra mim me afastar, teria evitado essa experiência horrível na minha vida.
E hoje, mas do que nunca, tenho buscado fazer a vontade de Deus.

Vigia Jovem...

Jamila Brígida
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