sexta-feira, 6 de julho de 2012

Arquiteta de Direitos Reprodutivos Morre enquanto Seu Legado se Desmorona

 

C-FAM

Jul 06, 2012

Susan Yoshihara, Ph.D.

NOVA IORQUE, 6 de julho (C-FAM) A ativista feminista Joan Dunlop morreu na semana passada aos 78 anos de idade, apenas uma semana depois que seu legado de remodelar as iniciativas internacionais de controle populacional como “direitos reprodutivos” começaram a se desmoronar.

Dunlop era uma protegida de John D. Rockefeller III, que liderava as investidas em prol do controle populacional internacional. A visão e grande fortuna dele estabeleceram e definiram a agenda para as instituições que ainda hoje estão na linha de frente das batalhas mundiais para legalizar o aborto, como a Federação Internacional de Planejamento Familiar, o Conselho de População, a Fundação Rockefeller e o Fundo de População da ONU.

A iniciativa de Dunlop reviveu o descontrolado movimento de controle populacional depois que suas táticas coercivas foram amplamente reveladas nas décadas de 1970 e 1980. Ela assim ajudou a moldar os debates internacionais de aborto por quase três décadas.

Mas exatamente no momento em que ela estava dando o último suspiro, os líderes mundiais estavam esmagando tentativas de incluir “direitos reprodutivos” num importante documento da ONU. O documento foi negociado duas semanas atrás na cúpula da ONU sobre desenvolvimento sustentável no Rio de Janeiro.

Vinte anos depois de descaradamente defenderem o controle populacional na primeira cúpula do Rio, os delegados decidiram que o conto outrora conveniente dos direitos das mulheres não era mais necessário.

O termo surgiu na conferência da ONU sobre população e desenvolvimento no Cairo em 1994, um encontro de alto nível e muito polêmico em que defensores do aborto e alguns governos tentaram e não conseguiram obter reconhecimento do aborto como um direito humano internacional. Desde então, o termo “direitos reprodutivos” e outros termos tais como “saúde reprodutiva” têm resistido porque serviram aos delegados de ambos os lados do debate do aborto. O documento oficial do Cairo permite que os governos o interpretem como incluindo ou excluindo o aborto, de acordo com as leis e políticas nacionais.

Mas no fim, o estratagema de Dunlop está demonstrando ser sua ruína.

Durante os recentes anos passados, personalidades importantes como a secretária de Estado dos EUA insistiram oficialmente em que a saúde e direitos reprodutivos incluíssem o aborto. Isso foi um fator decisivo e deu credulidade para os delegados no Rio que pediram sua rejeição.

O termo acabou também ficando desnecessário, já que as ligações entre defensores do controle populacional e ambientalistas estão à vista de todos de novo. O conto “pró-mulher” era menos útil, e vinha com excessiva bagagem, isto é, a polêmica do aborto.

Acreditando na palavra das feministas de que os direitos reprodutivos não são sobre controle populacional, mas em vez disso sobre a concessão de direitos para as mulheres, os delegados anunciaram da tribuna de negociação que o termo tinha pouco a ver com a “economia verde” que era sua prioridade na cúpula do Rio.

As feministas atacaram esses comentários como retrocesso nos direitos das mulheres. Ao tentar justificar sua inclusão durante o final de semana, vários reforçaram suas ligações com o controle populacional. Escrevendo no Huffington Post, a ambientalista Diane MacEachern disse: “reduzir o crescimento da população dando para as mulheres acesso à contracepção que elas já querem poderia reduzir as emissões de gás estufa em 8 e 15 por cento”.

A futura utilidade de “direitos reprodutivos”, um termo e conceito que saturam a literatura de desenvolvimento e direitos da ONU, agora parece nebulosa.

Exatamente enquanto o legado de Dunlop vai desvanecendo, a bilionária Melinda Gates está assumindo o centro do palco com sua nova campanha mundial de planejamento familiar. Na próxima semana em Londres, Melinda, como Dunlop, tentará convencer os governos que sua iniciativa não tem nenhuma ligação com o controle populacional ou o aborto. Como Dunlop, Melinda diz que é puramente sobre a saúde e direitos das mulheres. E como a carreira de Dunlop na mesma arena demonstra, a ambiguidade que poderá obter sucesso para Melinda poderá também provocar seu fracasso.

Tradução: Julio Severo

Sequestrador de Brenda em Culto Evangélico é preso

 

Publicado em 06/07/2012 por inforgospel

A prisão do sequestrador de Brenda que aconteceu no dia 05/07/12 em Maringá/PR, depois do suspeito ter aproveitado a distração da mãe durante um culto em comemoração aos 50 anos da Igreja Deus é Amor em São Paulo, nos leva a alertar a todos quantos estiverem em grandes concentrações de pessoas, seja em eventos evangélicos ou em qualquer outro de tomarem muito cuidado com as crianças, pois são alvos fáceis para sequestradores, como também temos visto de pessoas que fazem trafico de pessoas no mundo. O alerta fica para todos - Portanto "Vigiai e orais" como a Palavra de Deus pede. Amém... post http://www.odiario.com/blogs/inforgospel/ - via: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/videos/t/edicoes/v/policia-de-sp-diz-que-s... - 06/07/12

ESTAMOS EM GUERRA!!! JUNTEM-SE, SOLDADOS!!!

 

PADRE PAULO RICARDO


Neste episódio do Parresía, Padre Paulo Ricardo nos alerta para o estado de guerra que vivemos. Essa notícia, ao contrário de produzir medo, deve ser motivo de alegria para cada um de nós, para cada cristão, pois, é sabido que todo aquele que se unir ao bem será confrontado pelo mal e terá que o enfrentar. É o bom combate.

Esta batalha não é recente, começou lá no Paraíso, com os nossos primeiros pais. Desde então o homem vive num estado de guerra. O livro de Jó é bem claro quando nos diz: é uma batalha a vida do homem sobre a terra, ou seja, não é possível crer que essa vida não trará dificuldades, tentações, dores e perdas. Não. Neste mundo o mal é imortal. É importante saber disso. E saber também que não é esta a vida destinada e querida por Deus para cada um de seus filhos. Deus quer para nós a vida eterna, o Paraíso, a Eternidade. Estamos lutando, portanto, por algo além desse mundo.

Sabendo, então, que o Mal é invencível neste mundo e que, ao mesmo tempo, teremos que passar por ele para chegarmos à vida que realmente importa, o que devemos fazer? Qual estratégia devemos adotar?

São Gregório de Nissa, em sua homilia sobre o Cântico dos Cânticos diz que: a salvação nos é obtida pela unidade, pois a salvação consiste em estarmos unidos na íntima adesão ao único e sumo bem. Assim, a salvação só é possível se estivermos unidos de forma verdadeira à Igreja una e santa e àquele que é capaz de dar ao homem a felicidade perfeita: Deus.

O prêmio a ser alcançado é a salvação das nossas almas, a vida eterna. O caminho para alcançá-lo é estar unido a Deus e à Igreja. Parece simples, parece fácil, mas não é. O Inimigo sabe quão frágil é a determinação do homem em suportar as intempéries. Ele sabe que o homem deseja naturalmente proteger-se a si mesmo, evitando dores, tristezas, perdas. O Inimigo também sabe que, embora possa vencer neste mundo, a batalha maior já está perdida. Assim, não podendo vencê-la, cuida para que o menor número de soldados a vença.

O método utilizado por ele é bastante antigo: dividir para conquistar. Para tanto, oferece aos homens distrações, prazeres terrenos (poder, dinheiro, drogas, sexo, comodismo, hedonismo etc.), tudo que servir para desviar a atenção do Sumo Bem.

Não existem dois “sumo bem”, apenas um. Um soldado não pode servir a dois senhores, lutar em ambos os lados. Não, em algum momento todos nós, soldados de Deus, seremos confrontados e teremos que escolher. Orígenes afirmou com propriedade: “diante de uma tentação, um cristão ou sai idólatra ou sai mártir."

Assim, somente a íntima, profunda e convicta adesão ao único Sumo Bem que é Deus, pode ser o caminho para a vitória. Não somente a vitória da guerra cultural, da vitória da batalha travada pelo Bem e pelo Mal, mas sim, a vitória que trará a salvação das nossas almas.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Homossexualidade é uma conduta aprendida", afirma pastor ex-travesti


http://networkedblogs.com/zAqYM

Pastor acredita que ninguém nasce homossexual. "Você acha que Deus ia errar justamente no homem a sua imagem e semelhança?", indaga
A proposta do deputado João Campos (PSDB-GO), de derrubar dispositivo do Conselho Federal de Psicologia que proíbe profissionais de atender pacientes gays que desejam mudar sua orientação sexual tem causado polêmica.

Na última semana, uma audiência pública da Câmara dos Deputados, para discutir o projeto entitulado 'cura' dos homossexuis, acabou em bate-boca.

Enquanto alguns especialistas insistem em afirmar que essa mudança é impossível, Joide Miranda é prova de que é, sim, possível.


Hoje Joide tem 47 anos, é pastor, casado há 17 anos e pai de um garoto de 1 ano e 9 meses. Mas quem o conheceu até os 26 anos pode não acreditar no que vê hoje. Aos 12 anos ele assumiu sua homossexualidade, aos 14, virou travesti, aos 21, foi viver uma relação homoafetiva com um italiano. Só aos 26 anos resolveu deixar tudo para trás e hoje garante estar 100% restaurado do homossexualismo.

“A homossexualidade é uma conduta aprendida. Deus restaurou minha identidade e, quando ele faz isso, não há força maligna que faça voltar atrás. A pessoa precisa substituir aqueles desejos, comportamentos, amizades e a forma de falar. Tem que encher a mente com as coisas de Deus. Precisa do esforço da pessoa”, diz ele.

Em entrevista ao iG, Joide Miranda comentou o surgimento das chamadas 'igrejas inclusivas' e frisou a possibilidade de transformação de qualquer homossexual.

Após a conversão, o pastor criou a ABexLGBTT - Associação Brasileira de Ex-LGBTTs, que trabalha apoiando as pessoas que também querem deixar a homossexualidade. "A entidade serve para mostrar a eles que há, sim, uma resposta. Atendo há mais de dez anos essas pessoas e tenho uma metodologia que não sai da Bíblia. Não sou psicólogo, sou um estudioso da Bíblia", detalha.
Firme no posicionamento de que Deus não cria ninguém homossexual, Joide revela que também acreditava nisso antes, "mas a homossexualidade é uma conduta aprendida. Quando você conhece Deus, percebe que ele é soberano em todas as coisas. Você acha que Deus ia errar justamente no homem a sua imagem e semelhança? Se ele quisesse que eu vivenciasse aquele estado em que estava, tinha me feito com uma vagina", completou.
  "Que Deus é esse que faz um homem sentir prazer ao penetrar no ânus de outro homem?", indagou o pastor ao responder a existência de amor em um relacionamento entre dois homens.

Joide Miranda afirma que, de fato, é possível abandonar as práticas homossexuais, "se não fosse, a Bíblia estaria mentindo", expõe. Mas ele explica que o pecado não está 'embaixo' e sim na mente, pois alguns homossexuais deixam de se relacionar, mas se masturbam pensando em pessoas do mesmo sexo, o que continua a ser homossexualismo.

'Jesus é amor, mas é justiça', esse é o argumento do pastor que não aceita a idéia das chamadas 'igrejas inclusivas', que aceitam gays sem que precisem serem transformados e abandonarem as práticas homossexuais. "As pessoas usam a Bíblia para satisfazer a vontade da carne. Elas não querem crucificar a carne, querem viver um cristianismo sem renúncia.

O fato de as pessoas andarem com Jesus, falarem dele e abrirem igrejas não quer dizer que elas estão com Jesus", pondera, "Esses pseudopastores fundam essas igrejas dizendo que Jesus é amor, mas ele também é justiça. É mais fácil achar que Jesus é só amor e viver no pecado. A crucificação dói e muitos não querem isso".

Com informações do iG
Guiame

Homossexuais que desejam mudar: para CFP, é proibido ajudar

 

O POVO ONLINE

02.07.12 09:42

Por: Ricardo Marques

Está sendo questionada, na Câmara Federal, a polêmica resolução do Conselho Federal de Psicologia que se arvora a proibir os psicólogos brasileiros de ajudarem homossexuais que voluntariamente desejam se libertar do homossexualismo.

Vários psicólogos, cristãos e não-cristãos, têm se posicionado contra essa Resolução descabida. E o assunto chegou às redes sociais.

No Facebook, em http://www.facebook.com/groups/psicologosdobrasil/permalink/426191500754543/, o psicólogo Luciano Garrido postou um manifesto contra a Resolução. Embora ele ache que o homossexualismo não é um desvio ou transtorno, no que discordo, Luciano, inteligente e coerente, considera a Resolução do CFP um abuso inaceitável.

Claro, basta isso para a pessoa ser atacada pelo ódio, pela violência e pela intolerância dos ativistas político-ideológicos que há anos vêm dominando boa parte da sociedade, incluindo conselhos profissionais, mídias, instâncias governamentais, assessorias parlamentares, etc., tornando-o, cada nicho desses, uma espécie de falange do agressivo e perseguidor movimento ativista LGBT.

Ainda bem que não sou formado em Psicologia e não tenho que depender de conselhos dominados por grupos político-ideológicos que usam do poder para legislar em favor dos próprios interesses.

A bem da verdade, o papel dos conselhos profissionais deveria ser outro, e não o de tentar fazer reserva de mercado. Isso só acontece nesse Brasil sem eira nem beira. Para se ter uma ideia do nível de aberrações impositivas e restritivas promovidas por alguns conselhos profissionais brasileiros, fico imaginando se os pais da Psicologia, que foram biólogos (como Piaget e outros) e médicos (como Jung e outros) fossem vivos e quisessem, hoje, trabalhar como psicólogos no Brasil, os veríamos ridiculamente impedidos, o CFP e os CRP proibindo a atuação deles, como se a falta de um diploma da faculdade de psicologia e/ou de um registro no conselho da categoria fosse determinante da qualificação e da competência dessas pessoas… Imaginem o biólogo Jean Piaget, um dos pais da moderna Psicologia e reputado na literatura como um dos “grandes psicólogos da história”, sendo proibido de trabalhar como psicólogo porque o diploma dele é de outro curso, e por não estar registrado no conselho de psicologia? Seria hilariante… Ou apavorante?

Algo está muito errado e precisa ser repensado e refeito. Em países mais desenvolvidos podemos ver que os profissionais têm liberdade mais ampla de atuação, sendo papel dos conselhos profissionais (que, na verdade, lá costumam ser apenas associações, essa coisa de conselho é maluquice daqui) apenas manifestar-se, opinando, sem deter o poder de impor caráter restritivo ao exercício da profissão – ainda mais tirando do paciente o direito de buscar ajuda, e do profissional o direito de ajudar.

Conheço terapeutas nos EUA e na Europa, psicólogos e não-psicólogos, que ajudam homossexuais que voluntariamente desejam se libertar do transtorno do homossexualismo, e não há conselhos de classe tentando proibir ou punir isso – o máximo que as associações profissionais podem fazer, sendo dominadas pelo movimento ativista LGBT, é recomendar ou não recomendar, e só. Segue quem quer, as pessoas são livres.

Além disso, na referida discussão no Facebook, sobre o manifesto do Luciano Garrido, algum defensor da Resolução do CFP lançou uma interessante pergunta: “por que não se vê hetero buscando ajuda para virar homo?”. Puxa, tentarei responder à luz do que a ciência e a experiência têm mostrado até aqui: NUNCA se vê hetero buscando ajuda para virar homossexual por um fato muito simples: heterossexualidade NÃO É orientação sexual, pois orientação sexual não existe, é coisa inventada, conceito fabricado pelo establishment acadêmico, hoje servil ao dito movimento. Heterossexualidade é A condição natural do indivíduo, o resto é DESorientação. Simples assim.

Justamente por isso é que pode ser revertida, como provam milhares de casos mundo afora – eu, pessoalmente, conheço algumas dezenas, inclusive de travestis e transgêneros. E as recaídas, bem como aqueles que não vão até o fim na tentativa de mudança, não se constituem evidência contrária ao sucesso das tentativas de “reorientação”. Se fosse assim, os Alcoólicos Anônimos, os Dogradictos Anônimos, os DAS (Dependentes de Amor e Sexo), etc., não existiriam mais, pois são muitos os casos de recaída, tal como daqueles que acham que não conseguem se libertar do vício e se entregam de vez a ele – entretanto, também são muitos os que conseguem, e é isso que conta, não é?

E é assim também com o homossexualismo e outros transtornos de conduta sexual.

Homossexuais que desejam mudar: para CFP, é proibido ajudar

 

O POVO ONLINE

02.07.12 09:42

Por: Ricardo Marques

Está sendo questionada, na Câmara Federal, a polêmica resolução do Conselho Federal de Psicologia que se arvora a proibir os psicólogos brasileiros de ajudarem homossexuais que voluntariamente desejam se libertar do homossexualismo.

Vários psicólogos, cristãos e não-cristãos, têm se posicionado contra essa Resolução descabida. E o assunto chegou às redes sociais.

No Facebook, emhttp://www.facebook.com/groups/psicologosdobrasil/permalink/426191500754543/, o psicólogo Luciano Garrido postou um manifesto contra a Resolução. Embora ele ache que o homossexualismo não é um desvio ou transtorno, no que discordo, Luciano, inteligente e coerente, considera a Resolução do CFP um abuso inaceitável.

Claro, basta isso para a pessoa ser atacada pelo ódio, pela violência e pela intolerância dos ativistas político-ideológicos que há anos vêm dominando boa parte da sociedade, incluindo conselhos profissionais, mídias, instâncias governamentais, assessorias parlamentares, etc., tornando-o, cada nicho desses, uma espécie de falange do agressivo e perseguidor movimento ativista LGBT.

Ainda bem que não sou formado em Psicologia e não tenho que depender de conselhos dominados por grupos político-ideológicos que usam do poder para legislar em favor dos próprios interesses.

A bem da verdade, o papel dos conselhos profissionais deveria ser outro, e não o de tentar fazer reserva de mercado. Isso só acontece nesse Brasil sem eira nem beira. Para se ter uma ideia do nível de aberrações impositivas e restritivas promovidas por alguns conselhos profissionais brasileiros, fico imaginando se os pais da Psicologia, que foram biólogos (como Piaget e outros) e médicos (como Jung e outros) fossem vivos e quisessem, hoje, trabalhar como psicólogos no Brasil, os veríamos ridiculamente impedidos, o CFP e os CRP proibindo a atuação deles, como se a falta de um diploma da faculdade de psicologia e/ou de um registro no conselho da categoria fosse determinante da qualificação e da competência dessas pessoas… Imaginem o biólogo Jean Piaget, um dos pais da moderna Psicologia e reputado na literatura como um dos “grandes psicólogos da história”, sendo proibido de trabalhar como psicólogo porque o diploma dele é de outro curso, e por não estar registrado no conselho de psicologia? Seria hilariante… Ou apavorante?

Algo está muito errado e precisa ser repensado e refeito. Em países mais desenvolvidos podemos ver que os profissionais têm liberdade mais ampla de atuação, sendo papel dos conselhos profissionais (que, na verdade, lá costumam ser apenas associações, essa coisa de conselho é maluquice daqui) apenas manifestar-se, opinando, sem deter o poder de impor caráter restritivo ao exercício da profissão – ainda mais tirando do paciente o direito de buscar ajuda, e do profissional o direito de ajudar.

Conheço terapeutas nos EUA e na Europa, psicólogos e não-psicólogos, que ajudam homossexuais que voluntariamente desejam se libertar do transtorno do homossexualismo, e não há conselhos de classe tentando proibir ou punir isso – o máximo que as associações profissionais podem fazer, sendo dominadas pelo movimento ativista LGBT, é recomendar ou não recomendar, e só. Segue quem quer, as pessoas são livres.

Além disso, na referida discussão no Facebook, sobre o manifesto do Luciano Garrido, algum defensor da Resolução do CFP lançou uma interessante pergunta: “por que não se vê hetero buscando ajuda para virar homo?”. Puxa, tentarei responder à luz do que a ciência e a experiência têm mostrado até aqui: NUNCA se vê hetero buscando ajuda para virar homossexual por um fato muito simples: heterossexualidade NÃO É orientação sexual, pois orientação sexual não existe, é coisa inventada, conceito fabricado pelo establishment acadêmico, hoje servil ao dito movimento. Heterossexualidade é A condição natural do indivíduo, o resto é DESorientação. Simples assim.

Justamente por isso é que pode ser revertida, como provam milhares de casos mundo afora – eu, pessoalmente, conheço algumas dezenas, inclusive de travestis e transgêneros. E as recaídas, bem como aqueles que não vão até o fim na tentativa de mudança, não se constituem evidência contrária ao sucesso das tentativas de “reorientação”. Se fosse assim, os Alcoólicos Anônimos, os Dogradictos Anônimos, os DAS (Dependentes de Amor e Sexo), etc., não existiriam mais, pois são muitos os casos de recaída, tal como daqueles que acham que não conseguem se libertar do vício e se entregam de vez a ele – entretanto, também são muitos os que conseguem, e é isso que conta, não é?

E é assim também com o homossexualismo e outros transtornos de conduta sexual.

Pela defesa da vida no novo Código Penal


VIDA SIM, ABORTO NÃO


julho 4, 2012 por Wagner Moura

É bem facinho assinar a petição ao Presidente do Congresso Nacional para que a vida seja defendida na Reforma do Novo Código Penal Brasileiro. Clique no link e depois preencha os campos “Seu nome completo” e “email”. Daí clica em ENVIAR, em verde. E pronto. Daí Vossa Excelência, Presidente do Congresso Nacional do Brasil, vai saber que você NÃO quer que o novo Código Penal legalize o aborto, a eutanásia, e as drogas…

Mas não é mesmo a receita de bolo para o Brasil ficar do lado do avesso? É triste! Assine e demonstre sua vontade de vida, de mais amor, saúde e sorte.

Sim, eu poderia falar que as fundações internacionais têm uma agenda para legalizar o aborto no Brasil até 2014 e coisa e tal. Mas, embora isso seja verdade e toda essa história de novo Código Penal seja uma boa desculpa para o avanço dessa agenda… Eu não vou falar isso. Fique tranquilo.

Vai lá, assina. Eu já assinei!

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