quarta-feira, 4 de julho de 2012

A serviço do Marxismo Cultural

 

GNOSIOFOBIA BRASILEIRA


QUARTA-FEIRA, 4 DE JULHO DE 2012

 

Se você não sabe o que é o Marxismo Cultural talvez não consiga entender o motivo desta postagem. Não se preocupe, pois é bem provável que o jornalista que escreveu a matéria cuja imagem você observa ao lado, também não tenha a mínima ideia, embora faça parte disso. É a concretização das profecias de Yuri Bezmenov, que apostava que os jornalistas em nosso tempo seriam escolhidos pela capacidade abissal de entendimento e interpretação, bem ao estilo: "Quanto mais idiota melhor."




Se você não sabe quem é Yuri Bezmenov, não se importe, o jornalista que escreveu a matéria também não deve saber.
(http://g1.globo.com/brasil/noticia/2012/07/padre-e-preso-acusado-de-abuso-sexual-em-sao-paulo.html).

O  suspeito é um EX-padre,  ele já havia sido afastado de suas atividades na casa de caridade e a Igreja Católica havia impedido esse homem de praticar o sacerdócio ha algum tempo. Ou seja, é um cidadão como outro qualquer, e merece ser julgado, assim como mereceria se fosse padre,  caso comprovados seus delitos.

Mas porque chama-lo de PADRE?

Seria o mesmo que cobrir a matéria de um homicídio praticado por um ex-policial militar, que teria vitimado sua esposa da seguinte forma : "Policial Militar mata a própria esposa".

Será que o motivo de ligar o acusado a igreja é uma tentativa de encobrir as possíveis atividades homossexuais apontadas pela polícia? Ao que parece um garoto de 16 anos teria acusado o ex-padre de  convida-lo a ter relações sexuais em troca de abrigo. Eu com 16 anos se recebesse a proposta de um pederasta já tinha condições de me defender. Enfim, o acusado pode ser gay e pedófilo, coisa que ficou clara,  mas essa ligação não passaria pela nova censura.

Espero que tenham entendido esse lamentável ataque gratuito contra uma instituição que nada tem haver com os possíveis desvios apontados pelo jornalista mal intencionado. Se bem que ultrapassa a má fé, o que esses jornalistas fazem é crime, e com esse nível de desonestidade, já até acredito que o ex-padre e provável gay seja inocente.

Agora consigo entender o motivo pelo qual os esquerdistas ficam tão revoltados com a possibilidade de alguém pedir ajuda a um psicólogo para deixar a homossexualidade, afinal uma vez gay, o sujeito está condenado para o resto da vida a tal prática e sem direito a ajuda, e são coerentes, já que uma vez padre, mesmo que a Igreja tire tal título, ele continuará sendo padre para toda a eternidade.

Marco Feliciano pede que evangélicos se unam contra a aprovação da PLC 122

 

GOSPEL PRIME

4 / julho / 2012 - 13:37

O deputado e pastor incentiva que os cristãos deixem suas diferenças em prol de princípios comuns

por Jussara Teixeira

Marco Feliciano pede que evangélicos se unam contra a aprovação da PLC 122

O deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSB-SP) postou um texto em seu blog nesta quarta-feira (4) em que convoca os evangélicos a se unirem contra a aprovação da PL 122/2006, que criminaliza a homofobia.

Segundo Feliciano, ativistas pró-homossexuais enviaram na última semana de junho um documento ao Supremo Tribunal Federal solicitando o julgamento da proposta. A relatora do projeto é a senadora Marta Suplicy (PT-SP).

O processo tem enfrentado morosidade para ser votado no Congresso Nacional. Com isso, os ativistas ganham legitimidade para levar ao Supremo a votação da matéria.

“Este é um assunto que os faria [STF] parar tudo o que estão fazendo no momento e agarrar com as várias mãos e acelerar o processo de julgamento, que com certeza, será favorável ao projeto”, acredita o deputado.

Para ele, os ministros do STF tem visão progressista, tendo em vista que já aprovaram união estável homoafetiva e deram parecer favorável quanto à aprovação do aborto dos anencéfalos. “Se algo não for feito urgentemente, a próxima será a criminalização da homofobia”, alerta Feliciano.

O deputado e pastor fornece números que comprovam que o Brasil não é um pais homofóbico: em 2010 dos 50 mil casos de assassinatos, 260 foram considerados crimes de homofobia, e destes, 80% crimes cometidos pelos próprios parceiros dos homossexuais.

“Sinto muito pela morte destas pessoas, mas daí, usar isto para justificar que uma parcela da sociedade seja tratada com privilégios? É inaceitável”, diz Feliciano.

O deputado incentiva que haja uma mobilização nacional dos que são favoráveis à liberdade de expressão e dos que não concordam com a ideologia homossexual. “Sem isso seremos amordaçados e punidos por não concordarmos com tais atitudes e comportamentos e perderemos o direito da livre expressão do pensamento conquistada e garantida pela declaração de direitos humanos”, aponta.

Feliciano acredita que a divulgação das informações do Censo 2010 do aumento no número de evangélicos entre a população brasileira acirrou ainda mais os ânimos dos “ativistas cristofóbicos”.

“Cadê a igreja? que assiste de longe, cobrando muito e agindo pouco, fechada em seus problemas internos”. Ele finaliza conclamando que os evangélicos deixem suas diferenças e se unam em torno de temas comuns e princípios cristãos universais.

Pílula do dia seguinte será LIBERADA no SUS

BAND NEWS

Liberação da pílula do dia seguinte sem receita médica nos postos do SUS gera preocupações

A pílula do dia seguinte é um método contraceptivo eficiente, mas que não pode ser usado de maneira indiscriminada.

É o alerta feito médico da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, Marcos Messina.

O Ministério da Saúde vai dispensar a exigência de receita médica para a entrega do medicamento nos postos do Sistema Único de Saúde, já que, segundo a pasta, não faz sentido que a mulher aguarde uma consulta médica para ter acesso ao remédio nesse caso.

O médico Marcos Messina concorda com a decisão e explica que a pílula do dia seguinte é eficaz se usada até 48 horas após a relação.
Mas o medicamento não pode ser encarado como um método contraceptivo comum; ele deve ser usado em situações emergenciais, já que o uso abusivo traz efeitos colaterais ao organismo:

Clique aqui para ouvir

Marcos Messina explica que a pílula do dia seguinte age para impedir a fecundação do óvulo e nega que se trate de um método abortivo:

Clique aqui para ouvir

A pílula do dia seguinte começou a ser distribuída nos serviços de atendimento do SUS em 2005 como um método de contracepção de emergência.

Antes dessa data, a oferta do remédio era feita apenas para vítimas de violência sexual.

Em 2010, a rede pública de saúde distribuiu 513 mil tratamentos e, no ano passado, esse número saltou para 770 mil.

O protocolo com a orientação de distribuição da pílula do dia seguinte deverá ser publicado em julho.

terça-feira, 3 de julho de 2012

MAIS UMA SAFADEZA DO SR. TONI REIS DA ABGLT... ESPERAMOS QUE O MFP-SP NÃO ACOLHA ESTA DENUNCIA.


ABGLT solicita ao MP que estude proibição de venda do livro que relata suposto plano de ativistas gays para dominar a sociedade

 

Publicado por Tiago Chagas em 2 de julho de 2012

ABGLT solicita ao Ministério Público a proibição da venda de livro cristão sobre suposto plano de ativistas gays para dominar a sociedade

O livro “A Estratégia – O plano dos homossexuais para transformar a sociedade”, do reverendo Louis P. Sheldon, está sendo lançado no Brasil em meio a polêmicas com o movimento LGBT.

Sheldon é um reverendo presbiteriano que coletou dados e observações durante 33 anos, e transformou sua pesquisa em um livro, onde ele afirma que o movimento homossexual vem desenvolvendo um plano para dominar a sociedade.

O autor divide sua abordagem em duas partes, e na primeira, afirma que existe um paradoxo ou incoerência entre a conduta dos ativistas gays e suas afirmações, classificadas por ele como “fraudulentas”. Na segunda parte, o autor aponta que o “lobby homossexual” tem atacado os valores tradicionais e morais em várias esferas da sociedade. Há ainda sugestões do autor sobre como cristãos devem se portar na defesa do casamento tradicional.

A Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transsexuais (ABGLT) enviou ao Ministério Público um ofício solicitando a proibição da venda do livro editado pela Central Gospel.

De acordo com o site Mix Brasil, no pedido, a ABGLT afirma que “entende que a liberdade de expressão não garante um direito à incitação do ódio, da intolerância e da discriminação contra homossexuais e pessoas LGBT em geral”.

O texto do ofício enviado ao MP requere que os promotores leiam o livro para avaliar seu conteúdo e decidirem se é possível uma ação para a retirada da publicação do mercado: “analisem o livro em questão para verificarem se entendem cabível uma ação judicial para que ele seja retirado de circulação, na mesma linha que o STF decidiu no julgamento do HC nº 82/424. Neste histórico julgamento, no qual o STF considerou o antissemitismo uma espécie de gênero de racismo, ele afirmou que a liberdade de expressão não garante um direito ao racismo e aos atos ilícitos em geral”.

Fonte: Gospel+

__________________________

ADENDO ADHT:

Porém, o MPF que deve ter recebido esta DENUNCIA deve ter sido o MPF-SP, pois de "costume" o Sr. Toni Reis deixa Curitiba-PR, onde tem o MPF-PR e vai fazer suas denuncias interesseiras no MPF-SP porque provavelmente ele conta com algum promotor de justiça que deve estar de rabo amarrado a Agenda Gay ou é Gay ou simpatizante da causa Homossexual. Vamos "rebentar"o MPF-SP com outras denuncias contra o Sr. Toni Reis para que eles 

saibam quem é este sujeito que anda perseguindo os evangelicos e que sómente em 25 falas que coletamos no www.google.com.br ele faz, em todas elas, discriminação contra os cristãos chamando-nos de "FUNDAMENTALISTAS" e INCITANDO AO ÓDIO todos os leitores favoráveis ao sexo anal e similares contrários a natureza e pecaminosos. Veja o artigo " neste link http://defesa-hetero.blogspot.com/2012/06/problemas-que-homossexualidade-causa.html . Este sujeito foi um dos participantes do IX SEMINARIO LGBT PARA A INFÂNCIA, em maio de 2012, onde a apologia e o apoio a PEDOFILIA rolou solta. Veja neste artigo:

TERROR: SEMINÁRIO LGBT

DEFENDE LIBERDADE PARA CRIANÇAS MEXEREM NOS ÓRGÃOS GENITAIS DAS OUTRAS DE MESMO SEXO E A VOLTA DO KIT GAY NAS ESCOLAS

http://defesa-hetero.blogspot.com/2012/06/denuncia-pedofilia-rola-solta-no-ix.html,

e neste outro também:

CADEIA PARA ESTES PEDÓFILOS: Evento LGBT em Brasília defende que crianças mexam sexualmente em outras do mesmo sexo…

http://defesa-hetero.blogspot.com/2012/07/cadeia-para-estes-pedofilos-evento-lgbt.html

CONVIDO a todos para que enviem emails aos promotres federais do MPF-SP e telefone tambem questionando a aberração de Toni Reis querer impedir a venda do livro ESTRATÉGIA, pois eles podem vender as porcariadas deles para influenciar até nossas crianças e não suportam ser criticados.

"Caiam de pau" em cima desse cara, pessoal. Não vamos dar moleza, não. Chega de sermos feitos de palhaços.

A Constituição Brasileira garante a livre expressão e se o MPF-SP acatar esta DENUNCIA, estará definitivamente provado que eles estão de rabo preso com o ATIVISMO HOMOSSEXUAL. Veja quantas pessoas Toni Reis e Luiz Mott trocaram emails falando em perseguição.

Mais de 90% deles são cristãos. Vamos esperar por mais perseguições a cristãos até que um dia ela chegue a nós?

Veja a cara de pau de Luiz Mott e o de acordo de Toni Reis ao repassarem esta relação a milhares de ativistas homossexual no link: http://defesa-hetero.blogspot.com/2012/06/relacao-de-pessoas-perseguidas-por-luiz.html.

Vamos ficar de braços cruzados mais uma vez? Imaginamos que não.

Dados do MPF-SP:

Titular: José Ricardo Meirelles
jmeirelles@prr3.mpf.gov.br
Tel.: (11) 2192 8600

Suplente: Elaine Cristina de Sá Proença
eproenca@prsp.mpf.gov.br
Tel.: (11) 3269 5000

segunda-feira, 2 de julho de 2012

A iniquidade da pornografia homossexual infantil

 

JULIO SEVERO

2 de julho de 2012

Exclusivo: Bradlee Dean faz a cobertura da prisão de ativista de São Francisco em posse de fotografias chocantes

Bradlee Dean

Primeiro foi Harry Hay, um ativista homossexual radical e membro de longa data do Partido Comunista dos EUA, anunciado como o ícone da Associação Norte-Americana de Amor entre Homens e Meninos (NAMBLA, na sigla em inglês), cujo lema era “sexo antes dos 8 é tarde demais” nas marchas de orgulho gay.

Depois veio Harvey Milk, o primeiro homossexual assumido a ser eleito para um cargo público na Califórnia, cujo amante era um rapaz de 16 anos, Jack McKinley, que estava procurando uma figura paterna, e que mais tarde cometeu suicídio. A respeito de Harvey, foi dito no livro “The Mayor of Castro Street” (O Prefeito de Castro Street) que seu objetivo era se aproveitar de “jovens largados e viciados”.

Larry Brinken: tarado gay de crianças de 1 ano de idade

Agora, outro ícone do ativismo homossexual, Larry Brinken, manifestou abertamente sua perversão. Ele foi preso na Califórnia em 22 de junho por portar um assustador material de pornografia infantil, considerado infração criminal. Brinken teve um cargo permanente durante 22 anos na Comissão de Direitos Humanos, e o Conselho de Supervisores de São Francisco chegou a declarar a semana de 1º de fevereiro de 2010 como a "semana Larry Brinken”. Um mandado de busca emitido pela Polícia de São Francisco revelou que Brinken possuia imagens pornográficas, algumas das quais mostravam crianças de até 1, 2 e 3 anos de idade sendo sodomizadas e fazendo sexo oral em homens adultos.

A polícia de Los Angeles rastreou o endereço IP associado à conta Zack3737@aol.com e chegou até Brinken, que reside em São Francisco. A polícia falou sobre algumas mensagens de e-mail em que Brinken fazia descrições perturbadoras da exploração sexual de meninos e meninas. (Foi relatado pelo capitão William Riddle da Polícia de Los Angeles que “30.000 crianças abusadas sexualmente em Los Angeles foram vítimas de homossexuais”.)

Por exemplo, a polícia afirma que Zack3737 (Brinken) fazia comentários explícitos sobre as fotos de sexo inter-racial entre adultos e crianças. Os comentários incluíam “O que mais amei foi o n**ro de 2 anos sendo furado. Espero que você continue para que eu veja o que a p**a loirinha vai ganhar. Força Branca! Supremacia Branca! Viva os p***os brancos!”

Escandalosamente, os blogueiros homossexuais radicais defenderam os crimes de Brinken. (Considerando o recente escândalo sexual de Sandusky, os mesmos blogueiros lutaram contra o judiciário para justificar seu estilo de vida, e em lugar nenhum você os vê condenando Jerry Sandusky, mesmo depois de ter sido condenado em 45 acusações, sendo descoberto inclusive que seu próprio filho adotivo foi vítima dos seus crimes sexuais.)

As notícias dos horríveis crimes de pornografia infantil de Brinken surgem logo após a conclusão da “Semana do Orgulho”, mais uma vez tirando a máscara da agenda homossexual radical, mostrando quem são, o que são e quais são os seus verdadeiros alvos, mostrando quem realmente está sob ataque. Eles tentam condenar o Manifesto Homossexual, escrito por Michael Swift em 1987, como uma sátira, quando na verdade sempre que são descobertos por seus crimes contra a natureza, pode-se ver a realização do Manifesto Homossexual.

Se os americanos estudassem história, apenas então entenderiam por que Deus afirma que a sodomia é uma abominação (Romanos 1:24, 1 Coríntios 6:9-10, 1 Timóteo 1:9: Judite 1:7). Se se apenas déssemos atenção à Palavra de Deus e guardássemos Seus mandamentos, não teríamos que ler nos jornais sobre os terríveis crimes cometidos contra as nossas crianças, somente para descobrir que Deus estava certo desde sempre. Uma breve história dos EUA: As leis contra a sodomia estavam intactas em todos os estados até 1961, e a Associação Americana de Psiquiatria considerava o homossexualismo um distúrbio mental até 1973.

Embora haja alguns americanos que simpatizem com as dificuldades dos “pobres” homossexuais radicais que atacam qualquer um que se opõe a eles pelos seus crimes contra a natureza, estou ocupado defendendo uma nova geração de tipos como Kevin Jennings, que escreveu o prefácio de um livro intitulado “Queerifying Elementary Education” (“‘Afrescalhando’ a Educação Básica”), a Associação Nacional de Educação, que tem convenções “LGBT” e “drag queen” para professores, e os Dan Savages do meio homossexual radical, que intimidaram estudantes do ensino médio e atacaram a Bíblia em uma conferência jornalística.

Enquanto isso, temos o deputado Jared Polis e o senador Al Franken (sobrou para Minnesota) tentando transformar em criminoso qualquer um que se oponha ao estilo de vida homossexual por meio da Lei Anti-discriminação Estudantil, que busca criminalizar a discriminação contra estudantes LGBT. A lei, em essência, afirma que qualquer um que obedecer às leis da nossa república é um criminoso por falar contra aqueles que estão tentando derrubá-la. Quem está cometendo os crimes, deputado Polis? Zelar pelas leis não é intimidação.

Saiba mais sobre esse legislador em meu vídeo: “The Backwards Jared Polis”:

Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “The iniquity of homosexual child porn”.

Fonte: www.juliosevero.com

Ator pornô gay mata e canibaliza amante

Gay estuprador de crianças e bebês pega só 18 anos de cadeia

Pastor que realizou centenas de casamentos gays é pego em batida policial contra pornografia infantil

Crianças estupradas e sodomizadas em páginas do Facebook

Parada gay na Filadélfia é marcada, na presença de várias crianças, por obscenidades, pornografia e sadomasoquismo

Dupla gay estupra menino de 5 anos e recebe proteção especial do governo do Estado de São Paulo

O Conselho Federal e a psicologia chapa-branca

 

MÍDIA SEM MÁSCARA

ESCRITO POR LUCIANO GARRIDO | 02 JULHO 2012
ARTIGOS - DIREITO

“Posso não concordar com o que dizes, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-lo”.
Voltaire

A atual gestão do Conselho Federal de Psicologia (CFP) tem se notabilizado por uma série de vedações arbitrárias ao exercício profissional da psicologia. Agindo desta forma, a autarquia federal exorbita o rol de atribuições que lhe foi conferido pela legislação pátria. A Lei 5.766 de 1971, no seu artigo 6º, alíneas “c” e “d”, é bastante clara quanto aos limites do poder regulamentador da autarquia:

Art. 6º - São atribuições do Conselho Federal:

c) expedir as resoluções necessárias ao cumprimento das leis em vigor e das que venham modificar as atribuições e competência dos profissionais de Psicologia;

d) definir nos termos legais o limite de competência do exercício profissional conforme os cursos realizados ou provas de especialização prestadas em escolas ou institutos profissionais reconhecidos;

Contrariando os comandos expressos na lei, o CFP tem sido useiro e vezeiro na criação de óbices ao livre exercício profissional dos psicólogos; e, por isso mesmo, tornou-se alvo não só de questionamentos técnico-científicos como, em alguns casos, teve decretada a nulidade de suas resoluções pela via judicial. É o caso daresolução nº 10/2010, que criou enormes embaraços ao chamado “Depoimento Sem Dano”, um projeto pioneiro implantado pelo Tribunal de Justiça do estado do Rio Grande do Sul, no qual psicólogos jurídicos se colocam na condição de intérpretes das crianças vítimas de violência sexual no momento em que são inquiridas pelo magistrado durante audiência. Tal procedimento tem como objetivo evitar que o atmosfera aversiva da persecução penal contribua para revitimização da criança, acrescentando sofrimentos desnecessários ao trauma vivenciado. Portanto, é uma medida protetiva que encontra amplo respaldo legal no Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA.

No Mandado de Segurança Nº 5017910-94.2010.404.7100, impetrado pelo governo do RS, a juíza federalMarciane Bonzanini foi enfática ao declarar que atuação do Conselho Federal de Psicologia está adstrita ao texto da Lei 5.766/71, de modo que a autarquia não tem competência para expedir resoluções que modifiquem o conjunto de atribuições dos psicólogos, já previamente estabelecido no texto da Lei 4.119/62. O limite de sua competência se restringe ao poder de regulamentar o estrito cumprimento desta norma. Ainda de acordo com a juíza, “essa é a essência do poder regulamentar”, sendo tal poder o único de que desfruta a autarquia em nosso ordenamento jurídico.

A juíza federal Marciane Bozanini prossegue sua argumentação afirmando que a resolução 10/2010, ao vedar uma prática profissional, extrapola o âmbito de competência do CFP e afronta o inciso XIII do art. 5º da Constituição Federal (“é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer”). A prerrogativa de regulamentar e disciplinar a profissão, segundo a magistrada, só existe nos limites da ética profissional, ressalvando-se que o pretexto ético jamais deve ser usado como artifício para “burlar a regra constitucional” (ver sentença judicial).

Ao analisar o teor da resolução 10/2010, a magistrada pode constatar o “furor legisferante” do Conselho Federal de Psicologia, que, além de usurpar atribuições do parlamento brasileiro, move-se dentro de uma perspectiva teórico-ideológica bastante particular. O que a magistrada talvez não saiba é que o protagonismo ideológico da atual gestão do CFP vem se mostrando uma compulsão praticamente irrefreável, e já foi alvo de exaustiva denúncia em outro artigo.

No que diz respeito à resolução 01/99, que versa sobre a assistência psicológica aos homossexuais, as posições teórico-ideológicas do CFP também podem ser identificadas com nitidez no texto do documento. E aqui convém esclarecer que pouco importa qual arcabouço teórico ou inspiração ideológica possa um psicólogo valer-se para opinar sobre o tema tratado na referida resolução.  O que se pretende garantir é que a pluralidade teórica e o livre exercício da atividade profissional e científica prevaleçam sobre os espasmos totalitários de um grupo politicamente organizado.

Tornou-se prática corrente na psicologia brandir o código internacional de doença - CID como forma de chancelar concepções teóricas acerca de patologias e desordens do comportamento. Embora o termo homossexualidade não conste expressamente no elenco de categorias nosológicas dos códigos internacionais, tal orientação sexual pode, como qualquer outra, assumir formas patológicas passíveis de tratamento, como atesta o próprio CID 10 (ver F66). E mesmo na hipótese de que todas as manifestações da sexualidade venham um dia a ser normalizadas por um documento oficial, isso não seria impeditivo a que outros estudiosos do comportamento humano postulassem teoricamente uma opinião diversa. Os critérios de normalidade e anormalidade, de patologia ou doença, segundo o eminente filósofo e médico francês Georges Canguilhem, autor do livro O Normal e o Patológico, pressupõem concepções filosóficas, ideológicas e pragmáticas do profissional (ver Paulo Dalgalarrondo, Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais). Embora o CID seja objeto de acordo entre um grupo de estudiosos, não pode ser tomado como a última palavra em termos de critério diagnóstico, até porque tais estudiosos também não estão isentos de sofrer pressões de ordem política. É bom que se diga que os códigos internacionais de doença não são uma espécie de bíblia da psicologia clínica, como querem os fundamentalistas que fizeram do CFP a Meca do marxismo cultural. É bom lembrá-los de que o pensamento científico não conhece tabus e jamais caberá na cama de Procusto do politicamente correto.

Voltando à resolução 01/99, mais precisamente no seu artigo 4, que impede  os psicólogos de se pronunciarem “de modo a reforçar preconceitos sociais existentes” (sic), a conclusão que se tira deste comando é que, não importando quão empiricamente fundamentada esteja a posição do psicólogo acerca de um determinado tema, se essa posição diverge de uma pretensa “psicologia oficial” do CFP, ela será fatalmente rotulada como preconceito.

A título de ilustração, vamos recorrer a um dos principais discípulos do dr. Freud, o psicanalista austro-húngaro Sandor Ferenczi. Num texto intitulado O Homoerotismo: Nosologia da Homossexualidade, ele escreve:

“Confessarei desde já que realmente quebrei a cabeça para resolver este problema [relativo às particularidades da constituição sexual e as experiências que estão na base da homossexualidade]. O único objetivo de minha comunicação é relatar alguns dados que são fruto da experiência e apresentar pontos de vista que se me impuseram, quase por si mesmos, ao longo de vários anos de observação psicanalítica de homossexuais. Eles deveriam facilitar a classificação nosológica correta dos quadros clínicos da homossexualidade.

Sempre tive a impressão de que, em nossos dias, aplicava-se o termo ‘homossexualidade’ a anomalias psíquicas demasiado diferentes e fundamentalmente sem relação alguma entre si. A relação sexual com o próprio sexo é apenas, com efeito, um sintoma, e esse sintoma tanto pode ser a manifestação de doenças e transtornos muito diversos do desenvolvimento, como uma expressão da vida psíquica normal. Portanto, era pouco provável, de imediato, que tudo o que designa hoje pelo termo genérico ‘homossexualidade’ pertencesse realmente a uma só entidade clínica.

Que se recorra a outros fundamentos teóricos para discordar, no todo ou em parte, da tese apresentada na citação, é algo absolutamente legítimo e até necessário. A evolução da ciência se dá precisamente pelo embate das conjecturas e refutações. O que não se pode fazer, sem incorrer em ato de leviandade, é acusar o referido psicanalista de simples “preconceito”. Todos sabem que o termo “pré-conceito” denota atitudes irracionais, irrefletidas e infundadas, o que não se aplica, de modo algum, a um estudioso da sexualidade humana que dedicou boa parte de seu tempo à compreensão do assunto.

Donde se conclui que o uso da palavra preconceito, no texto da resolução 01/99, não passa de um simples estratagema retórico, cujo único objetivo é o de abafar qualquer possibilidade de uma discussão racional em torno do tema, evocando reações emocionais de repulsa ou ódio frente a quaisquer opiniões divergentes. Se existe uma definição exata de preconceito, aí está ela...

Se o CFP continuar editando resoluções com essa linguagem apelativa, típica de panfletos estudantis, não vai demorar muito para que todo e qualquer diagnóstico em psicologia seja tomado como preconceito ou prática discriminatória. Ora, qualquer psicólogo principiante sabe que não existem diagnósticos sem discriminações, distinções, classificações, descrições e comparações. Porém, quando a resolução 01/99 emprega o termo ‘discriminação’, o faz de modo semanticamente condicionado pelo viés ideológico para eliciar na platéia respostas automáticas de oposição – da mesmíssima forma com que os cães de Pavlov babavam ao som da sirene.

Mais cedo ou mais tarde, quando todos os portadores de transtorno ou desordem mental assimilarem, sem exceção, a tese contida na resolução do CFP, também eles começarão a se sentir alvo de preconceitos e discriminações sociais diversos, ao ponto de fazer suas suscetibilidades pessoais inviabilizarem a própria atividade profissional e científica. Ironicamente, quando esse dia chegar, o direito à patologia estará assegurado justamente por aquela instituição que, por princípio, deveria promover a saúde mental e zelar pela respeitabilidade profissional dos psicólogos; enquanto que os códigos internacionais de doença, hoje usados como “argumento de autoridade” para referendar causas politicamente corretas, correrão sério risco de ser queimados em plena praça pública. Ou, quem sabe, na próxima parada do orgulho gay.


Luciano Garrido
é psicólogo e especialista em Direitos Humanos.

Entrevista com Luiz Mott, fundador do Grupo Gay da Bahia (GGB) ao BN, Bahia Notícias, em 26/03/12

 

Publicado originalmente em 26/03/2012 por VideosBahiaNoticias. Link original: http://www.youtube.com/watch?NR=1&v=UYD_ndX7voI

Na entrevista ouvimos que homofobia é o racismo anti-homossexual (aos 33 segundos).

A primeira causa de assassinatos citada é a violência generalizada, assim como a segunda, que pareceu ser apontada como cultural.

Tenta-se comparar os crimes contra homossexuais com crimes por causa da cor de pele ou com os crimes contra a mulher. Apareceu até "...lavar com sangue o PECADO" e aí fica a pergunta: uma tentativa de justificar assassinatos ocorridos por causa de alguma "orientação religiosa"?

Os números dados pelo entrevistado afirmam a, felizmente, baixíssima incidência de crimes de morte contra homossexuais.

Ao logo do vídeo percebemos claramente que os crimes contra homossexuais seriam, segundo o entrevistado, crimes de ódio, não havendo, portanto, a possibilidade de outros tipos de crimes como roubo seguido de morte, "acerto de contas" como se diz no jargão popular, auto-defesa, etc.

O GGB divulga em seu site uma cartilha*** cujo nome é "GAY VIVO NÃO DORME COM O INIMIGO: Manual de sobrevivência homossexual - Dicas para evitar a violência anti-gay" com dez cuidados que o homossexual deve ter para evitar a violência. TODOS eles estão relacionados ao relaciionamento íntimo homossexual, como se pode ver aqui: http://www.ggb.org.br/manual.html.

Perguntamos: estaria errada uma correção ao texto básico? Ou seja, ao invés de "GAY VIVO NÃO DORME COM O INIMIGO..." não seria correto dizer "GAY VIVO NÃO DORME COM O "GAY" INIMIGO"?

Os dizeres originais do vídeo estão abaixo:

O antropólogo Luiz Mott, fundador do Grupo Gay da Bahia (GGB) deu uma entrevista exclusiva para o Bahia Notícias a respeito dos números que colocam Salvador no primeiro lugar no pódio quando o assunto é assassinato de homossexuais em 2012. No bate papo, Mott critica ainda a segurança pública como um todo no estado e rebate aos que criticam as estatísticas com o argumento de que nem todos os crimes contra homossexuais são motivados por homofobia. "Quando as feministas divulgam os dados de agressão à mulher alguém questiona?", pergunta. Sempre polêmico, Mott ainda responde à questão: "Você prefere ter um filho homofóbico ou ladrão"?

 

 

 

***

GGB, GRUPO GAY DA BAHIA, em http://www.ggb.org.br/manual.html

ORIENTAÇÕES

Gay VDDO NÃO dorme com o inimigo
Manual de sobrevivência homossexual - Dicas para evitar a violência anti-gay

  1. Evite levar desconhecidos ou garotos de programa para casa. Prefira fazer programas em hotéis, motéis e saunas;
  2. Investigue a vida da pessoa com quem pretende sair. Prefira pessoas indicadas por amigos;
  3. Só faça programas com elas depois de ter certeza que são de confiança;
  4. Nunca beba líquidos oferecidos pelo parceiro eventual. A bebida pode conter soníferos;
  5. famoso "Boa Noite Cinderela". Em um bar, boate... se você, precisar ir ao banheiro, etc.. leve o copo consigo, ou, invente uma desculpa e jogue o liquido fora;
  6. Se levar alguém para casa, não o esconda do porteiro, ou de vizinhos. Eles podem ajudá-lo na hora do perigo. É sempre bom ter uma boa relação com esse pessoal. Na hora do babado, eles sempre são solidários;
  7. Se for possível, não esconda que é gay. Isso evita chantagem e extorsão;
  8. Não se sinta inferior. Não se mostre indefeso, evite demonstrar passividade, medo, submissão. Não cultive o tipo machão, ou pelo menos não mostre que o valoriza tanto;
  9. Evite fazer programa com mais de um michê. Antes da transa, acerte todos os detalhes : preço, duração, preferências eróticas ( se ele aceita, por exemplo, ser passivo);
  10. Não humilhe o parceiro. Não exiba jóias, riqueza ou símbolos de superioridade que despertem cobiça. O garoto de programa quase sempre é de classe inferior à sua;
  11. Se o encontro for na sua casa, tranque a porta e esconda a chave. Não deixe armas, facas e objetos perigosos à vista, você é dono da casa e deve dominar a situação;
  12. Quando for agredido, procure a polícia, peça exame de corpo delito e denuncie o caso aos grupos de ativistas homossexuais. Lembre-se que as Delegacias de Polícia são públicas. Se foi mal tratado pelo oficial, chame o Delegado Titular, se ele não estiver chame o plantonista. Se mesmo assim, for mal atendido, entre com uma ação contra a delegacia. Não tenha medo!

SOS CONTRA VIOLÊNCIA ANTI-GAY

Fone: (071) 322-2552

ggb@ggb.org.br

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...